Goiânia, 25 de maio de 2017    




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(06/09/2012) HGG dá salto de qualidade na gestão de equipamentos médicos

De um cenário de extrema dificuldade, de manutenção quase que exclusivamente corretiva emergencial, o Hospital Alberto Rassi evolui para a implantação de um Departamento de Engenharia Clínica, que cuidará de todo parque tecnológico do hospital visando confiabilidade segurança e efetividade

O Hospital Alberto Rassi - HGG é um dos poucos hospitais públicos e privados de Goiânia a contar com um Departamento de Engenharia Clínica. O serviço é responsável pela gestão e melhoria na utilização de equipamentos e instrumentos hospitalares. O objetivo é o bem estar e a segurança do paciente, com redução de custos para a unidade. Na manhã desta terça-feira, dia 4 de setembro, o Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech), organização social (OS) que gerencia o HGG, empossou o titular do departamento, tecnólogo André Luiz Rosso especialista em engenharia Clínica, que traz no seu currículo experiências de grandes hospitais do Sul do País.

A posse foi dada durante reunião de trabalho realizada no auditório do Hospital, com diretores gerentes e demais ocupantes de cargos de chefia. O especialista explicou detalhadamente sobre o trabalho que realizará e os benefícios que serão proporcionados com a estruturação do Departamento de Engenharia Clínica. A atuação é bem ampla e contempla aspectos que até bem pouco tempo eram impensáveis, diante da realidade vivenciada à época pelo Hospital.

Até a transferência da gestão para a OS, o HGG enfrentava dificuldades extremas. A manutenção era sofrível e, na maioria das vezes, corretiva, realizada quando os equipamentos apresentavam defeitos. Era quase um "regime de guerra". Com a implantação do Departamento de Engenharia Clínica esta área começa a ser pensada e tratada a partir de outra lógica. "Estamos saindo de um quadro caótico em busca de um cenário de excelência em qualidade, com vistas à certificação conferida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), conquistada por pouquíssimos hospitais, entre os quais o Albert Einsten", observa José Cláudio Romero, coordenador executivo do Idtech.

O Departamento de Engenharia Clínica realizará muito mais do que manutenção preventiva e corretiva. Entre as suas atividades está o acompanhamento criterioso desde a aquisição, treinamento de funcionários e o acompanhamento da vida útil dos equipamentos, visando sempre o melhor custo X benefício de cada tecnologia implantada no Hospital. "Vários indicadores serão avaliados, como por exemplo, o tempo médio entre falhas e tempo médio para reparo e o custo das manutenções em comparação ao custo do equipamento", explica André Rosso. "Outro indicador importante será o custo do equipamento parado, por exemplo. Um aparelho que gera uma receita de R$ 10.000,00 ao mês, garantindo o atendimento a um determinado número de pacientes, não pode ficar parado por causa do custo de R$150,00 reais de uma peça para sua manutenção."

Apesar de toda a importância que tem para a gestão do hospital, inclusive do ponto de vista administrativo e financeiro, André Rosso assinala que o maior benefício é, sem dúvida, o ganho de qualidade no atendimento ao usuário do SUS. "Em alguns países, como o Japão, há um engenheiro clínico para cada procedimento realizado nas unidades hospitalares. O profissional sempre acompanha a equipe médica que realiza o atendimento para assegurar que a prevenção e a pronta solução de falhas dos equipamentos usados na assistência ao doente." O coordenador executivo do Idtech endossa a fala do especialista. "Esse é o aspecto mais importante para nós gestores, que temos o paciente como absoluta prioridade."


Fonte: IDTECH / HGG






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