Goiânia, 21 de novembro de 2017    




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(08/11/2012) Obra resgata dívida histórica com usuário do SUS

Centro de Tratamento Intensivo - CTI terá investimento de R$ 3,8 milhões e aumento de 19 leitos

Desde 1998, quando foi reaberto, o HGG funciona com 10 leitos, metade da capacidade de internação para tratamento intensivo indicada para o seu porte (204 leitos). O CTI do Hospital deveria dispor de pelo menos 20 leitos. A construção do novo CTI resgata esta dívida histórica com o usuário do Sistema Único de Saúde (SUS). A construção foi viabilizada com verba extra, destinada ao Hospital pelo governo do Estado porque os repasses mensais ao Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech), para administração do Hospital, são destinados prioritariamente às despesas de custeio e manutenção, não incluindo investimentos. Serão investidos R$ 3,8 milhões na obra, em cumprimento ao Termo de Ajuste Sanitário (TAS) e de metas pactuadas no contrato de gestão com a Organização Social.

Também durante a visita o governador conheceu a enfermaria modelo de acessibilidade, que servirá de padrão para a adequação de todos os espaços de internação. A nova enfermaria conta com banheiros inteligentes e adaptados. Os espaços do sanitário, chuveiro e pia são separados para permitir uso simultâneo e as instalações foram projetadas para permitir a passagem de cadeiras de rodas e de banho, dispondo de rampas e portas mais largas.

Enquanto dura a obra do CTI não está havendo prejuízos para o atendimento aos pacientes. No dia 20 de outubro, os doentes internados foram transferidos para um CTI temporário especialmente preparado para recebê-los, no próprio hospital. O serviço que também conta com 10 leitos, a mesma capacidade do antigo CTI, está funcionando normalmente e todos os dias recebe novos internos. Ao final da obra, essas instalações serão destinadas a uma unidade de hemodinâmica, projeto antigo do Hospital, que nunca saiu do papel. Voltado à internação de pacientes submetidos a procedimentos invasivos como cateterismo cardíaco e cerebral, angioplastias e implante de stents cardíacos e cerebrais a unidade de hemodinâmica suprirá a pouca oferta desses serviços na rede.

O projeto do novo CTI faz parte da proposta técnica apresentada pelo Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech) no chamamento público que culminou na escolha da Organização Social para a gestão do Hospital. Mas em parceria com o Estado, será executado mais que o proposto, que era duplicar os leitos atuais. Com 29 leitos, o Hospital Alberto Rassi terá condições de ampliar o número de tratamentos clínicos e cirurgias, cujas filas são enormes. No caso das cirurgias bariátricas, por exemplo, o número de pacientes operados poderá triplicar. “O HGG também poderá dar maior suporte à rede pública, que hoje sofre com a escassez de UTIs, uma das maiores e mais urgentes carências no Estado atualmente”, comenta Alexandre Amaral, diretor-técnico e coordenador clínico do CTI do HGG.

De acordo com o coordenador executivo do Idtech, José Cláudio Romero, o projeto arquitetônico atende os princípios da eficiência e da economicidade. “O Instituto dá mais um importante passo para o cumprimento de sua proposta técnica, de forma mais complexa, mas com todo o cuidado para não prejudicar a assistência ao paciente de terapia intensiva”, observa. O diretor-geral do HGG, André Luiz Braga explica que o novo CTI não perderá em nada para os de hospitais privados. “Entre as mudanças estão a substituição das janelas de metal, que estão enferrujadas, por vidros temperados, a instalação de boxes para manter a privacidade do paciente e a destinação de um aparelho de TV por leito, para humanizar ainda mais a assistência.”

Ressonância
O aparelho de ressonância magnética do HGG deu defeito em 2007 e, depois de ficar parado por todo este tempo, está pronto para iniciar o atendimento. No total, foram gastos 230 mil reais com o conserto. Os exames serão realizados pela Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (Fidi), Organização Social que gerencia a Central de Laudos. A capacidade será de 1.000 exames por mês. Os resultados de urgência ficarão prontos em uma hora e os eletivos, em quatro horas.




Fonte: IDTECH / HGG






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