Goiânia, 22 de outubro de 2017    




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(26/11/2012) Secretários de Saúde participam de reunião com organizações sociais no MP

Promotor Marcelo Celestino convidou secretários do Estado, Antonio Faleiros, e de Goiânia, Elias Rassi, para encontro que ocorre mensalmente com as instituições responsáveis por hospitais públicos, nesta quinta-feira, dia 22 de novembro

Os secretários de Saúde do Estado, Antonio Faleiros, e de Goiânia, Elias Rassi, participaram nesta quinta-feira, dia 22 de novembro, de reunião ordinária com os representantes das organizações sociais responsáveis pelos hospitais da rede estadual de saúde. O encontro, realizado mensalmente por iniciativa do coordenador do Centro de Apoio ao Cidadão da Saúde (CAO Saúde), Marcelo Celestino, ocorreu pela manhã, na sede do Ministério Público de Goiás.

As organizações sociais tiveram a oportunidade de relatar as melhorias o no mês e obtidas no mês e as dificuldades que estão enfrentando para administrar os hospitais. O secretário de Saúde de Goiânia, Elias Rassi, elogiou a determinação do governo ao repassar a gestão dos hospitais públicos para as OSs, atitude que enfrentou diversas críticas. “Já é possível sentir os reflexos importantes tanto na frequência quanto na qualidade de atendimento”, disse.
Elias Rassi destacou ainda a importância de melhorar sistemas de informação que permitam uma melhor assistência na rede municipal para pacientes operados pelos hospitais. “Com os prontuários, é possível uma atenção mais efetiva no pós-atendimento”, sugeriu como política estratégica, para reduzir as demandas das unidades hospitalares.

O secretário fez também observações para desburocratizar as relações entre a Secretaria Municipal e as organizações sociais e solicitou ainda que se fosse elaborado um banco de informações de preços. “A área de compras ainda é um drama na saúde pública e as organizações sociais têm mais expertise e podem fornecer informações como referência, assim como já é feito no Ministério da Saúde”, explica.

A renumeração e o contrato das organizações sociais foram assuntos abordados pelo secretario de Estado da Saúde, Antônio Faleiros. De acordo com ele, em outros Estados, como na Bahia, é bastante clara a necessidade de renumeração das entidades para a ampliação dos serviços prestados nos hospitais. Faleiros citou como exemplo, o Hospital Alberto Rassi (HGG), que terá novos leitos do Centro de Terapia Intensiva e vai precisar de mais insumos, equipamentos e mão de obra para entrar em funcionamento.

O secretário reforçou ainda a necessidade de contratos com períodos mais longos. Atualmente, os contratos vigentes com as OSs são válidos por um ano. “As organizações sociais devem prestar um serviço continuado e a longo prazo”, sintetizou. Entretanto, lamentou o fim do contrato com a Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (Fidi), da rede pública em dezembro, que não será renovado. A organização social não teve como cumprir todas as questões burocráticas exigidas pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego).

O presidente do Conselho Municipal de Saúde, Venerando de Freitas, também participou da reunião. Para ele, é de extrema importância que todos os hospitais públicos tenham um conselho local de saúde. Ele deu como exemplo o HGG, em que o conselho local, instalado no mês de junho, está bastante atuante e colaborando com a administração da unidade. O promotor Marcelo Celestino determinou então que todos os hospitais que ainda não contam com o conselho, os tenham para fomentar o controle social.

Representando o Idtech, organização social gestora do HGG, participaram o coordenador executivo, José Cláudio Romero; o coordenador administrativo-financeiro, Lúcio Dias Nascimento; o coordenador de regulação assistencial, Rafael Nakamura; o diretor geral do HGG, André Braga, e o diretor técnico, Alexandre Amaral.


Fonte: IDTECH / HGG






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