Goiânia, 26 de abril de 2017    




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(03/12/2012) Pacientes do HGG recebem orientações sobre saúde do homem

Para encerrar a campanha Novembro Azul, foram realizadas duas palestras no Ambulatório do Hospital Alberto Rassi, nesta sexta-feira, dia 30 de novembro

Quando se entra em qualquer unidade pública de saúde, é visível que a quantidade de homens a procura de um médico é bem inferior do que a de mulheres. Para se ter uma ideia da falta de preocupação deles com a saúde, somente 30% das consultas agendadas por telefone na rede municipal são para o sexo masculino, de acordo com a Central de Atendimento ao Cidadão - Teleconsulta. Por isso, o Hospital Alberto Rassi – HGG celebrou o Novembro Azul, movimento que veio no mesmo sentido do Outubro Rosa, para as mulheres. Nesta sexta-feira, dia 30 de novembro, para encerrar o mês, foram realizadas mini-palestras sobre as doenças mais prevalentes nos homens e sexualidade.

O HGG, que ficou com a fachada na cor azul para a campanha, abriga o Núcleo Interdisciplinar de Orientação em Sexualidade (Nois), que atende em sua maioria homens. A ginecologista e sexóloga do Nois, Sandra Portela Rezende, foi uma das palestrantes e informou sobre o trabalho do programa. “Sempre deixamos que os problemas sexuais fiquem em segundo plano porque existem outros mais importantes para serem resolvidos. Mas a disfunção sexual atinge diretamente no bem estar do casal”, explicou.

Apesar de a palestra ter como público-alvo os homens, as mulheres foram as mais interessadas em ouvir a sexóloga e repassar as informações para os maridos. Para ser atendido pelo Nois, o usuário deve pedir um encaminhamento ao médico da atenção básica (Cais, Ciams, ESF). O Núcleo, que fez seu terceiro aniversário em novembro, já atendeu mais de 600 pacientes, garantindo o acompanhamento médico, psicológico, educativo e social às pessoas com histórico de disfunção sexual.

Mortes
Os números de óbitos para os homens são alarmantes. De acordo com o Ministério da Saúde, a cada três mortes de pessoas adultas, duas são do sexo masculino. O índice é ainda maior para quem está na faixa dos 20 a 40 anos: eles morrem quatro vezes mais do que elas. O paciente da pneumologia do HGG, Euber Tayllor, está nessa faixa de idade, mas diz que é uma exceção. “Sempre me consulto e me previno. Mas as palestras foram muito boas e tinha muita informação que eu não sabia”, disse.

Euber assistiu à palestra da enfermeira da área técnica da Saúde do Homem da Secretaria de Estado da Saúde, Aliny Cintra de Freitas, que explicou sobre as doenças mais prevalentes no sexo masculino e as principais causas de morte. “Nós mulheres, somos acostumadas a presentear os meninos com armas de brinquedos, carrinhos de bater, entre outros que acabam por incitar a violência. Além de dizer sempre que homem não chora”, disse Aliny, que alertou para mudar esse tipo de comportamento, pois eles perdem a vida na maioria dos casos por conta de acidentes de trânsito e violência urbana.

As doenças mais prevalentes no homem são cardíacas, cânceres, colesterol elevados, diabetes, pressão alta, obesidade, entre outros. “Eles nunca acreditam que a doença vai atingi-los”, explica Aliny. A consultora de vendas Maria do Carmo Soares concordou. Enquanto estava na fila para confirmação de consulta no HGG, ela prestou bastante atenção no que a palestrante dizia. “Eles são assim mesmo. Nunca querem se tratar”, reclamou ela sobre o marido e disse que vai levar as informações que recebeu para casa. “Gostei da ideia das palestras. Deu para passar mais rápido o tempo da fila”, elogiou.

Aids
O Dia Mundial de Combate à Aids, celebrado neste sábado, dia 1º de dezembro, também foi tema de uma ação no Hospital Alberto Rassi – HGG. Todos os colaboradores receberam um laço vermelho, simbolizando a luta contra o vírus HIV. No ambulatório, onde estava ocorrendo as atividades da saúde do homem, o tema Aids foi abordado.

A relações públicas do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech), Lili Moreira, e a enfermeira Aliny de Freitas falaram sobre a importância do uso do preservativo. Aliny interagiu com as pacientes e ensinou como o preservativo feminino deve ser usado. Além disso, foram distribuídos preservativos masculinos e panfletos informativos sobre aids.

Fonte: IDTECH / HGG








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