Goiânia, 22 de agosto de 2017    




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(26/02/2013) Desafio é levar novas técnicas de cirurgia para o serviço público

Presidente da Federação de Cirurgia de Coluna Minimamente Invasiva defende que pacientes do SUS tenham acesso às mesmas tecnologias que os de hospitais particulares

“Nosso sonho é levar as novas técnicas da cirurgia minimamente invasiva para os pacientes do SUS. Porque hoje elas são só para a elite”. A declaração é do presidente da Federação Mundial de Cirurgia de Coluna Minimamente Invasiva (WFMISS, na sigla em inglês), Pil Sun Choi, durante a abertura do 2º Curso de Endoscopia da Coluna Vertebral e 1º Hands On de Endoscopia de Coluna Vertebral que aconteceu nesta sexta e sábado (22 e 23 de fevereiro), no Hotel Mercure e na Universidade Federal de Goiás. Em abril, os participantes voltam para uma terceira etapa no Hospital Alberto Rassi – HGG.

Pil Sun Choi afirmou que, como toda nova técnica, esta também vê relutância das fontes pagadoras, que sempre preferem os procedimentos mais baratos. Na palestra de abertura, no entanto, ele afirmou que estudos já estão sendo feitos para comprovar que a cirurgia minimamente invasiva de coluna se torna mais barata se for analisada tomando em contexto toda a gestão, e não o cálculo por procedimento.

“O Brasil é um dos países mais desenvolvidos na área e Goiás tem de se orgulhar do HGG, por ter especialistas tão seletos e estar apoiando esse modelo pioneiro de cirurgia, com treinamento em cadáveres antes de aplicar a técnica em pacientes”, afirmou Pil. Segundo ele, a técnica já é utilizada na iniciativa privada há mais de 10 anos.

“O SUS trabalha sempre anos-luz atrás do que ocorre nas instituições particulares. Se temos a chance de ter um serviço público de saúde de ponta é por meio das organizações sociais”, defendeu Rafael Nakamura, coordenador de Regulação Assistencial do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech), durante o evento.

Para o presidente da Sociedade Goiana de Neurocirurgia, Sandoval Inácio Carneiro, Goiás se destaca na área por ter o maior serviço de epilepsia do país. Ele elogiou o evento por trazer uma técnica que exige pequenas incisões, provoca pequenas lesões e preserva a musculatura do paciente. “Antes tínhamos de abrir tudo”, relata.

TREINAMENTO
O chefe da seção de Neurocirurgia do HGG, Carlos Drummond, participou da abertura com uma palestra sobre os princípios anatômicos das cirurgias videoendoscópicas lombares e cervicais. No sábado, ele coordenou os trabalhos na Universidade Federal de Goiás, onde os médicos inscritos no evento, separados em quatro grupos, realizavam as cirurgias em cadáveres.

O chefe da seção de Cirurgia Ortopédica do HGG, Fabiano Inácio Souza, afirmou que o evento foi de qualidade e que os equipamentos utilizados na cirurgia eram de primeiro mundo. “O Idtech está de parabéns aos incentivar o ensino, a pesquisa e a transmissão de conhecimento. Os participantes de todas as regiões do Brasil ficaram impressionados com o fato de uma OS que trabalha com sistema público se interessar dessa forma pelo aperfeiçoamento profissional da equipe”, disse.



Fonte: IDTECH / HGG








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