Goiânia, 21 de novembro de 2017    




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(14/03/2013) HGG atende 400 pessoas durante campanha do Dia Mundial do Rim

Visitantes e colaboradores visitaram a tenda da campanha e fizeram exames de urina, medição de pressão e de diabetes

Nesta quinta-feira, dia 14 de março, cerca de 400 pessoas passaram pelo estande do Dia Mundial do Rim, que estava logo na entrada do Hospital Alberto Rassi – HGG. A campanha também atraiu curiosos que passavam pela rua e viam a movimentação. Quem viu alguma alteração nos exames, foi logo atendido por um médico, para as primeiras orientações.

Foi o caso da aposentada Maria da Conceição Alves, que tem diabetes e pressão alta e ficou sabendo, pelos exames, que também deve checar a saúde dos rins. O médico que a atendeu orientou que agendasse uma consulta com um nefrologista. Já a costureira Margarida Nascimento saiu satisfeita com os resultados. “É porque eu bebo muita água”, ensina. Todos os pacientes tiveram os seus dados e aqueles que necessitaram de mais acompanhamento serão encaminhados para o Complexo Regulador para agendamento da consulta.

O evento é uma promoção da Seção de Nefrologia do HGG, da Sociedade Brasileira de Nefrologia, da Secretaria de Estado da Saúde e do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech) e também teve o apoio da equipe de enfermagem e do laboratório. Além dos exames, foi feito um questionário para identificar se o participante tinha algum fator de risco que poderia levar a ter doença renal.

Doenças renais

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia, 75% dos pacientes que começam a fazer hemodiálise não sabem que eram renais crônicos. No Brasil, cerca de 10 milhões de pessoas têm alguma disfunção renal. O tema da campanha de 2013 é “Pare de agredir seu rim”. “As doenças renais são na maioria das vezes silenciosas. Geralmente só dão importância para o cálculo renal, mas este é um problema mais fácil de resolver”, explica o chefe da Seção de Nefrologia do HGG, Antônio Eustáquio Vieira Júnior.

No Hospital Alberto Rassi – HGG, mais de 300 pacientes por ano são submetidos à terapia com hemodiálise, um processo artificial que substitui as funções dos rins. A unidade conta com sete equipamentos, que atendem diariamente 14 pacientes. Essas máquinas removem o sangue do corpo e o filtra. A Seção de Nefrologia do HGG é o maior serviço do hospital. Estão disponíveis 22 leitos de internação para os mais variados problemas renais e a taxa de ocupação é de 98%.

Após a gestão da organização social, o HGG recebeu o investimento de R$ 123 mil em oito equipamentos para cirurgias por vídeo, que poderão ser utilizados para o tratamento do cálculo renal. Esse tratamento menos invasivo e mais utilizado em hospitais particulares proporciona grandes benefícios ao paciente é feito pela Seção de Urologia da unidade.

“Rins policísticos, doença de origem genética ou devido hipertensão ou diabetes devem ser descobertos o quanto antes. O diagnóstico pode ser feito através de um exame simples de sangue, chamado de creatinina”, explica o médico. Antônio Eustáquio ressalta que os clínicos gerais também devem se conscientizar da necessidade deste exame. Destaca ainda que, hábitos saudáveis como controle da pressão arterial, redução do sal na comida, beber água e não fumar são essenciais para a prevenção das doenças renais.


Fonte: IDTECH / HGG






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