Goiânia, 21 de agosto de 2017    




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(24/04/2013) Programa dispara realização de cirurgias bucomaxilofaciais no HGG

Em 2013, com a implantação do Programa de Tratamento de Deformidades Faciais (Proface), o Hospital Alberto Rassi já realizou 51 procedimentos. Número é maior do que a soma dos 24 meses de 2012 e 2011

Em 45 dias, o Programa de Tratamento de Deformidades Faciais (Proface) do Hospital Alberto Rassi – HGG realizou 43 cirurgias bucomaxilofaciais. A quantidade representa um grande incremento na realização de procedimentos nesta especialidade. Antes de terminar abril de 2013, a unidade já atingiu 51 cirurgias, número maior do que a soma dos 24 meses de 2012 e 2011. Este avanço permitiu que pessoas como Edson Ribeiro Campos, que não conseguia abrir a boca para falar e se alimentar direito por conta de uma sequela de acidente de trânsito, voltassem à sua rotina normal.

O Proface foi implantado no HGG no dia 8 de março com a proposta de aumentar as vagas para tratamento facial, como a correção de lábios leporinos e de deformidades nos maxilares. O Programa é fruto de um termo de cooperação assinado por representantes do Ministério Público, Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech) – organização social responsável pelo HGG – e Associação de Combate às Deformidades Faciais (Reface).

Até abril de 2013, o Programa conseguiu aumentar mais de quatro vezes o número de cirurgias realizadas no mesmo período de 2012. Se comparar com os dados de 2011, quando o HGG não estava ainda sob a gestão da organização social Idtech, a diferença é ainda maior, porque foram realizados apenas cinco procedimentos durante os doze meses. O Proface nasceu com o a meta de 25 cirurgias mensais e a proposta é fechar 2013 com 300 cirurgias realizadas.

“Já estamos 11% acima da meta proposta, em um período de adaptação e implantação de uma nova cultura no hospital. Nossos objetivos, o resgate da autoestima e a inclusão social, estão sendo alcançados”, disse o cirurgião dentista Fernando Almas. O Proface é um programa multidisciplinar com a atuação também de cirurgiões plásticos, psicólogos, fonoaudiólogos, odontólogos, entre outras áreas.

A parceria garante atendimento integral e totalmente gratuito a pacientes com deformidades faciais encaminhados pelo SUS. O paciente Edson aguardava há um ano e seis meses pela cirurgia, porque sofreu um acidente de bicicleta. O procedimento foi realizado no último dia 27 de março e ele já consegue conversar e se alimentar normalmente. “Só comia alimentos pastosos, depois que fiz a cirurgia, a primeira coisa que comi foi um pedaço de pizza”, disse aliviado.

A expectativa também é grande para a estudante Kellen Oliveira que vai fazer sua cirurgia na primeira semana de maio. Ela já passou por vários tratamentos de anquilose (quando não há articulação da mandíbula) e para o micrognatismo (quando a mandíbula é muito pequena). “Não estou com medo, espero resolver de uma vez estes problemas”, disse.

Entre as cirurgias mais realizadas no Proface estão as de tratamento das dores na região da face e as de correção dos movimentos das mandíbulas (26). Foram solucionados seis casos de cirurgia ortognática, que é aquela que corrige a falta de proporção entre as mandíbulas. Além dos casos de correção de sequelas de acidentes ou de deformidades congênitas, como o lábio leporino.

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O usuário interessado em fazer o tratamento, deverá procurar uma unidade básica de saúde para que seja feito o encaminhamento via regulação municipal. “Assim como qualquer tratamento no sistema público, ele deverá obedecer ao fluxo da regulação”, disse o diretor-geral do HGG, André Braga. O programa vale tanto para Goiânia quanto para pacientes do interior do Estado.

Fonte: IDTECH / HGG








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