Goiânia, 25 de abril de 2017    




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(24/04/2013) HGG realiza Campanha de Vacinação para colaboradores

Todos deverão se vacinar contra influenza, hepatite B, difteria e tétano

O Hospital Alberto Rassi – HGG realiza nos dias 24 e 25 de abril (quarta e quinta-feira) a Campanha de Vacinação contra a influenza (gripe), hepatite B, difteria e tétano. Todos os colaboradores, efetivos e celetistas, devem comparecer ao Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), no 1º andar, ao lado do Departamento Pessoal, das 9h às 16h, de preferência com o cartão de vacinação.

Os mais de mil colaboradores do Hospital devem se vacinar porque fazem parte da parcela da população que exerce atividades de promoção e assistência à Saúde, consideradas de risco. São trabalhadores que atuam na recepção, atendimento, investigação de casos de infecções respiratórias, nos serviços públicos e privados, nos diferentes níveis de complexidade. A comprovação da imunização será verificada posteriormente pelos órgãos competentes.

Trabalhadores de Saúde que exercem suas atividades em unidades que fazem atendimento para a influenza, bem como recepcionistas, pessoal de limpeza, seguranças, motoristas de ambulâncias dessas unidades, equipes de laboratório responsáveis pelos diagnósticos e profissionais que atuam na vigilância epidemiológica também deverão ser vacinados.

Qualquer pessoa pode tomar a vacina, desde que não tenha alergia a ovo (uma vez que esta vacina é produzida em ovos de galinha). A vacina protege por um ano. Entretanto o vírus da gripe é capaz de mudar suas características com muita frequência, por isso a cada ano é necessário que se tome uma nova vacina.

Influenza

Também conhecida como gripe, a influenza é uma infecção do sistema respiratório cuja principal complicação são as pneumonias, que são responsáveis por um grande número de internações hospitalares no País. A doença inicia-se com febre alta, em geral acima de 38ºC, seguida de dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça e tosse seca. Os sintomas respiratórios como a tosse e outros, tornam-se mais evidentes com a progressão da doença e mantêm-se em geral por três a quatro dias após o desaparecimento da febre.

A influenza humana pode ser transmitida por meio de secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada ao falar, espirrar, ou tossir; ou por meio das mãos que, após contato com superfícies recentemente contaminadas podem carrear o agente infeccioso diretamente para a boca, nariz e olhos.

As reações mais comuns à vacina são dor, vermelhidão e enduração no local de aplicação, que ocorrem nas primeiras 72 horas após a vacinação. A febre como reação adversa à vacina ocorre em menos de 1% dos casos e reações alérgicas graves (anafilaxia) não são comuns. Raramente ocorre dor em trajetos de nervos (neuralgia), sensação de dormência (parestesia) e fraqueza muscular.

Prevenção

O risco de contrair a influenza existe, mesmo com a vacina. Porém, ela diminui a gravidade da gripe. Por isso, é recomendada a higiene das mãos com água e sabão depois de tossir ou espirrar, depois de usar o banheiro, antes de comer e antes de tocar os olhos, boca e nariz. Deve-se também evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies, evitar aglomerações e ambientes fechados e fazer com que o ambiente doméstico seja arejado e receba a luz solar, pois estas medidas ajudam a eliminar os possíveis agentes das infecções respiratórias.

Fonte: IDTECH / HGG






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