Goiânia, 21 de outubro de 2017    




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(28/05/2013) Novo CTI do HGG é comparado com os melhores do Brasil

Médico paranaense Clóvis Arns ficou impressionado com as obras do novo Centro de Terapia Intensiva e elogiou trabalho que vem sendo realizado com os pacientes do Hospital Alberto Rassi – HGG

Especialista em Infectologia pela Universidade de Minnesota, Estados Unidos, e professor de medicina da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Clóvis Arns da Cunha ficou impressionado com a estrutura física do futuro Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital Alberto Rassi – HGG e com o trabalho desenvolvido pela equipe neste setor. Em visita à unidade hospitalar na última quinta-feira, dia 23 de maio, o médico, que é sobrinho da Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança e indicada por três vezes ao prêmio Nobel da Paz, comparou o nível do novo CTI com hospitais de renome nacional, como o Albert Einstein e Beneficência Portuguesa.

“Com certeza vocês estão entre as excelências das UTIs brasileiras”, disse Clóvis Arns. Convidado pelo coordenador do CTI do HGG, Alexandre Amaral, o médico infectologista percorreu pela nova estrutura de tratamento intensivo, cuja inauguração ocorre no mês de junho. “É de primeiro mundo. Acredito que será uma satisfação para toda a equipe de saúde que trabalha nesta área e neste hospital, pois é uma unidade de tão elevado nível”, considera.

Para o médico paranaense, o novo CTI poderá elevar o nível do hospital e a motivação dos profissionais e residentes, por conta da qualidade oferecida. “Com um serviço diferenciado, bom não só nos recursos físicos, mas de recursos humanos, os alunos ficam motivados até para vir fazer uma residência, ou mesmo ficar no staff do hospital”, explica.

Clóvis Arns, que também foi recebido pelo diretor-geral do HGG, André Braga, fez questão ainda de discutir clinicamente um caso de uma paciente com lúpus, internada na terapia intensiva. A discussão ocorreu juntamente com os residentes de medicina, que ficaram encantados com as orientações do especialista.

Arns elogiou o trabalho que já vem sendo realizado no CTI. “O caso que acabamos de discutir é grave. Em várias outras instituições a paciente já teria morrido. Mas ela tem condições de sair bem graças ao alto nível de qualificação e qualidade de medicina que o HGG está oferecendo”, explicou. Ao final da visita, o médico recebeu os relatórios de gestão do Hospital e do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech), organização responsável pela unidade, e prometeu vir com mais tempo para discutir outros casos clínicos.

Fonte: IDTECH / HGG






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