Goiânia, 22 de julho de 2017    




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(03/06/2013) Cirurgia bucomaxilofacial é tema de reunião no Ministério Público

Hospital Alberto Rassi – HGG quase quadruplicou número de procedimentos de tratamento de deformidade facial, após implantação do Proface. Cerca de 30 gestores da saúde participaram de encontro terça-feira, dia 28

O promotor do Centro de Apoio Operacional da Saúde (CAO) do Ministério Público, Vinícius Jacarandá, promoveu nesta terça-feira, dia 28 de maio, reunião para tratar sobre as demandas e fluxos das cirurgias bucomaxilofaciais em Goiânia e todo o Estado. Estavam presentes cerca de 30 gestores de instituições públicas e credenciadas ao SUS, além de representantes das secretarias municipal e estadual de Saúde.

O Hospital Alberto Rassi – HGG apresentou o Programa de Tratamento de Deformidades Faciais (Proface) implantado no dia 8 de março. Com a parceria do Ministério Público, secretarias de Saúde do município e do Estado e Associação Reface, a iniciativa já ampliou em quatro vezes o número de cirurgias realizadas na unidade de saúde.

De acordo com o coordenador da Seção de Cirurgias Bucomaxilares do HGG, Fernando Almas, já foram realizados mais de 60 procedimentos em 2013, sendo que a soma dos dois últimos anos chegou a apenas 44. “Ultrapassamos o que foi realizado nos anos anteriores, graças à implantação do Proface”, explicou. O coordenador de Regulação do Idtech, Rafael Nakamura, destacou que, com a reestruturação do hospital, problemas de demanda como cirurgia ortognáticas na rede não existem mais.

Para o promotor Vinícius Jacarandá, com a implantação do Programa no HGG, houve também um ganho muito grande no que se refere às cirurgias de lábio leporino (fissura labiopalatal). “Por conta da restrição do Hospital Materno Infantil para homens, a rede não estava atendendo este público”, explicou. No Hospital Alberto Rassi, esse tipo de cirurgia é feita em pacientes maiores de 11 anos.

Com a força-tarefa no sentido de organizar os fluxos e completar as grades de cirurgiãos bucomaxilofaciais na rede de saúde, o Ministério Público já vem contabilizando os resultados dessa união, que teve a participação integrada do Complexo Regulador de Goiânia e a Central de Regulação do Estado. Vinícius Jacarandá destacou a necessidade de alimentar de forma eficiente o sistema de vagas. “Não há falta de profissionais”, declarou.

O secretário de Saúde de Goiânia, Fernando Machado, parabenizou o MP/GO pela iniciativa e acredita que a força-tarefa realizada vai ser um exemplo também para as outras especialidades. “Temos de focar no usuário sem misturar a discussão política”, argumentou. Estiveram presentes ainda a superintendente de Gerenciamento das Unidades de Saúde da SES, Maria Cecília Martins Brito e o diretor de Regulação da SMS, Cláudio Tavares, o gerente do Núcleo Interno de Regulação do HGG, além de representantes dos hospitais Hugo, Crer, Santa Casa e HMI.

Fonte: IDTECH / HGG






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