Goiânia, 30 de abril de 2017    




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(12/06/2013) Estudantes do Real Conquista se surpreendem com a Human Bodies

Os alunos da Escola Municipal Renascer, que residem em bairro construído pelo governo para beneficiar famílias que não tinham acesso à casa própria, ficaram eufóricos e curiosos diante da coletânea de corpos e órgãos humanos plastinados

Alunos da Escola Municipal Renascer, do Residencial Real Conquista, bairro de habitações de interesse social, tiveram a oportunidade nesta sexta-feira, dia 7 de junho, de conhecer o corpo humano como nunca se viu. O projeto Plateia Social, ação de responsabilidade social do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech) e parceiros, os levou para visitar a exposição “Human Bodies – Maravilhas do Corpo Humano”, em cartaz no Goiânia Shopping. Ao final, ainda puderam experimentar a emoção de ver a cidade a 40 metros de altura, no bar suspenso montado no estacionamento do centro de compras.

Promoção das empreas Artbhz Produtora e AB Produções, a mostra é uma aula de ciências como não é possível ver em nenhum livro. Permite conhecer tridimensionalmente a espécie humana e ensina como cuidar da saúde e optar por estilos de vida saudáveis. O Idtech selecionou os alunos porque já atua no Residencial Real Conquista. É o responsável pelo desenvolvimento de Projeto de Trabalho Técnico Social (PTTS) no módulo 9 do bairro, em parceria com a Agência Goiana de Habitação (Agehab).

Para viabilizar a visita dos estudantes, o Idtech buscou a parceria da Gerência de Marketing do Goiânia Shopping e foi prontamente atendido pela gerente Giseli Leal, com doação de 40 ingressos. O Instituto locou o ônibus para o transporte dos 35 alunos e 3 representantes da escola até o local da mostra. A franqueada da sanduicheria Bob’s, Elisa Calixto, patrocinou o lanche. “Para o shopping, um centro de lazer e entretenimento, é uma satisfação poder proporcionar a oportunidade a essas crianças, que não teriam como estar aqui de outra forma”, comenta Giseli Leal.

Depoimentos dos alunos comprovam que a gerente está correta. Os estudantes foram escolhidos por residirem em um bairro construído pelo Governo do Estado para famílias que não tinham acesso à casa própria. Vários deles nunca haviam ido a um shopping. Outros nunca haviam andado de escada rolante. E foi a primeira vez que Keicy Kariny Silva, 14 anos, aluna do 9º ano, comeu um sanduíche do Bob’s. “Realmente, se não fosse pelo Projeto, eles não poderiam estar aqui”, comentou o professor de matemática Bruno Silva Silvestre, que acompanhou os alunos.

Composta de corpos Humanos reais, preservados para fins educativos e científicos por um processo denominado plastinação, a mostra deixou os alunos eufóricos e curiosos. São nove corpos e mais de cem órgãos expostos que ajudarão a conhecer a fundo a estrutura de cada sistema. A exposição é um mergulho por pele e ossos, dos pés à cabeça. Permite ainda ver e compreender as doenças de uma maneira nova, enfatizando problemas de saúde (como câncer de mama e artrite) e esclarecendo sobre danos e lesões a órgãos causados por obesidade e tabagismo. “Deu pra constatar que a gente é muito feio por dentro”, brincou a estudante Geovana Oliveira Barros, do 8º ano.

Os alunos foram acompanhados por 2 monitores do Idtech e pela coordenadora do projet, Lili Moreira. Esta é a 6ª Edição do Plateia Social este ano. Desde que foi lançado, em junho de 2012, o Projeto já beneficiou mais de 3 mil pessoas. O coordenador executivo do Idtech José Cláudio Romero ressalta a oportunidade ímpar desta parceria, que possibilitou aos estudantes de uma escola pública o acesso a ensinamento de anatomia humana e fisiologia de uma forma didática e totalmente inusitada. A mostra desperta ainda para a necessidade de nutrição apropriada, exercícios físicos regulares e a importância de escolhas de vida saudáveis, como evitar o fumo e o álcool. “É uma aula de saúde também.”

PLASTINAÇÃO – O método foi criado por um médico alemão e é realizado desde 1970. O espécime é dissecado e submergido em acetona para extrair todos os líquidos corporais. Depois é colocado em um banho de polímero de silicone e vai para uma câmara a vácuo – que substitui a acetona pelo polímero até o nível celular mais profundo. Ao endurecer, a substância deixa o corpo em estado de preservação permanente, com duração infinita. O processo de plastinação de um corpo inteiro chega a demorar um ano – o de um pequeno órgão leva uma semana. Apenas recentemente (2007) o material resultante da técnica ficou disponível para o público, promovendo uma oportunidade única para o aprendizado através do visual.


Fonte: IDTECH








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