Goiânia, 26 de maio de 2017    




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(14/06/2013) Quebrando paradigmas

Conheça a história da paciente Déa Mendel Araújo, que fez questão de declarar seu amor pelo Hospital Alberto Rassi - HGG

Carioca de nascença e goiana de coração, a dona de casa Déa Mendel Araújo conhece o Hospital Alberto Rassi - HGG como nenhum outro paciente ou até mais do que qualquer diretor. Antes mesmo do fechamento da unidade em 1991, ela já havia pisado seus pés no grande prédio da Avenida Anhanguera. Politizada - atua como voluntária do Juizado da Infância e da Adolescência de Goiânia, além de ser jurada criminal, Déa também é radioamadora internacional (faz questão de frisar o código PP2DCA). Ela sempre foi contra a privatização dos hospitais. “Morria de medo de perder o HGG, mas este hospital agora é outro! Hoje, eu defendo a privatização até mesmo para os presídios”, disse.

Primeiro, importante deixar claro que o HGG não foi privatizado e nem terceirizado. O hospital continua sendo de responsabilidade do Governo de Goiás. O que ocorre hoje, ou melhor, desde o dia 16 de março de 2012, é que ele está sendo administrado por uma entidade privada. No caso, o Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech) tem um contrato de gestão junto à Secretaria de Saúde do Estado. Esse contrato se deu após um chamamento (seleção) público, quando esta organização social genuinamente goiana sagrou-se vencedora por apresentar a melhor proposta técnica.

Deixando terminologias de lado, o importante é que Déa percebeu que o HGG está bem diferente. “Quem o conheceu antes e vê hoje, sente uma grande mudança. O Hospital tem coordenação, autoridade, hierarquia e comprometimento de equipes. É uma família. Antes, era como diz o ditado: em casa que todo mundo manda, ninguém se entende”, disse a paciente que faz tratamento para o enfisema pulmonar. Do tipo que conversa olhando nos olhos, com ternura, mas sem perder a sinceridade, fez questão de dizer antes da entrevista: “Não estou querendo puxar o saco de ninguém, mas preciso dar o meu depoimento sobre as melhorias deste hospital. Perdi regalias pessoais mas os ganhos foram coletivos, após a gestão do Idtech.”

“Não sou prepotente, mas sei que conheço o HGG melhor até do que os diretores. Eu vivo isso aqui e sei como as coisas funcionam”, argumentou Déa. A paciente contou histórias desde a reabertura do hospital e os bastidores de seu fechamento para reforma. “Aqui não era ruim, porém, era uma terra de ninguém.” Segundo a dona de casa, faltavam condições de trabalho e organização. Desta forma, havia poucos profissionais que realmente se interessassem pelos pacientes. “No final de semana, aqui ficava vazio, porque se dava altas para os pacientes. Teve carnaval que só tinha um médico plantonista para todo o hospital.”

Déa fez questão de elogiar a enfermeira padrão Nildete Faria Duarte, que atua no HGG desde 1998 e o enfermeiro supervisor Kelbison Gomes Oliveira. “O que achei aqui foi trabalho em equipe”. Apesar dos elogios à nova gestão, a paciente pede para que contrate mais pessoal de enfermagem. Outro ponto que chamou a atenção foi a qualidade da alimentação fornecida. “Lembro quando a Sanoli assumiu a cozinha do hospital. A comida era de qualidade, mas havia uma desorganização em relação às necessidades dos pacientes. Eu nunca vi um entrosamento tão grande entre a nutricionista e a empresa”, relatou.

A paciente destacou ainda a qualidade do enxoval oferecido após a gestão do Idtech. “Às vezes chegava aqui tinha de mandar comprar roupa de cama. Desta vez, o lençol veio sem nenhum rasgão e temos toalha e travesseiro. Isso é uma realidade no HGG, que não vemos em outros hospitais!”, declara a paciente. É com alegria em ver o “seu” hospital crescer e melhorar que Déa encerrou seu depoimento emocionada. “É aqui que quero ter o meu tratamento e luto para que o HGG seja melhor não só para mim, mas para todos que também precisam dele”, disse a moradora de Caldas Novas.

Déa agradeceu ainda a ótima equipe de pneumologistas do Hospital Alberto Rassi. “São eles os responsáveis por eu ainda estar viva”, disse. Lembrou também dos estagiários de fisioterapia, que melhorou muito o seu tratamento. E a Secretaria Municipal de Saúde de Caldas Novas, por meio do secretário Mauro Henrique Palmerston.


Fonte: IDTECH / HGG






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