Goiânia, 21 de agosto de 2017    




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(08/07/2013) Passageiros de ônibus fazem o desafio da Higienização das Mãos do HGG

Hospital levou ao terminal Padre Pelágio a caixa de luz negra que permite ver os micro-organismos. Objetivo foi educar para a importância da lavagem correta e constante

Pelo terminal Padre Pelágio, na região noroeste de Goiânia, passam cerca de 90 mil pessoas diariamente. Com o alto número de passageiros, que precisam segurar nas barras laterais e superiores dos ônibus, fica praticamente impossível manter as mãos limpas. Por esse motivo, o Hospital Alberto Rassi - HGG, convidado pela TV Record foi ao local na última sexta-feira (08/07) fazer o Desafio da Higienização das Mãos.

A enfermeira da Educação Continuada, Fabrícia Cândida Faria levou para o terminal a caixa de luz, desenvolvida pelo Hospital Albert Einstein, de São Paulo, para que os passageiros que acabavam de sair dos ônibus pudessem ver com os próprios olhos os micro-organismos que se alojam nas palmas, nas costas das mãos, entre os dedos e unhas.

Os passageiros que aceitaram o desafio passaram um gel fluorescente colocaram as mãos expostas a uma luz negra dentro da caixa. Todos os pontos onde há sujidades ficam claramente evidenciados. A reação era sempre de espanto. Todos viam a sujeira e já culpavam os ônibus pelo resultado.

No entanto, o desafio real vem na segunda etapa, quando era pedido para que eles fossem ao banheiro, lavassem as mãos e retornassem para ver se haviam feito o procedimento correto e limpado toda a sujeira. A intenção do desafio, na realidade, é alertar os passageiros e comunidade em geral, para sempre manter as mãos limpas antes de comer ou ao chegar em casa, para evitar levar agentes patogênicos para os familiares.

A ação permaneceu no terminal durante todo o horário de almoço e atrai a atenção dos passantes. Alguns olhavam desconfiados de longe, outros queriam verificar como estavam as mãos dos outros, mas a maioria queria mesmo saber como estavam as próprias mãos. Foi feito o teste ainda de como estava a sujeira em moedas, cédulas e até em celulares.

A dona de casa Patrícia da Silva Campos fez o teste e saiu satisfeita. “Tinha só um pouco na unha. Mas é porque eu me preocupo muito. Sempre uso álcool em gel em casa”, disse mostrando as unhas feitas, com pequenas flores desenhadas. Já o auxiliar administrativo Marcos Olyver ficou espantado. “A olho nu estava ótima, mas quando coloquei na caixa, minha mão estava toda suja. Chegando em casa vou lavar de novo”, prometeu.

A ação contou também com a presença da doutora em microbiologia e professora da Universidade Federal de Goiás (UFG), Juliana Lamaro Cardoso, que explicou quais são os tipos de micro-organismos encontrados nos ônibus diariamente. Ela faz parte de uma pesquisa que coletou amostras nas barras laterais e superiores dos veículos e cultivou em laboratório. A pesquisa não está concluída, mas ela afirma que foram encontrados vários tipos perigosos para a saúde.


Fonte: IDTECH / HGG








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