Goiânia, 26 de junho de 2017    




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(12/09/2013) Visitantes do HGG recebem informações sobre a Sepse

Nesta sexta-feira, 13 de setembro, Dia Mundial da Sepse, doença que mata mais de 200 mil brasileiros, será lembrado com palestra e ação preventiva na portaria do Hospital Alberto Rassi

O termo é pouco conhecido, mas a Sepse já foi causa de morte de mais de 220 mil brasileiros em um ano. Antigamente, conhecida como infecção generalizada, essa doença pode ser prevenida com lavagem das mãos e uso racional de antibióticos. Nesta sexta-feira, dia 13 de setembro, Dia Mundial da Sepse, o Hospital Alberto Rassi – HGG vai orientar de forma simples os visitantes, por meio de uma ação às 15 horas na portaria, onde estarão disponíveis testes de pressão arterial, glicemia e orientações. Haverá ainda o Desafio de Higienização das Mãos, que mostrará qual o nível de limpeza (ou sujeira) nas mãos dos participantes.

O Desafio de Higienização das Mãos vai convidar os visitantes a olharem através de uma caixa de luz os micro-organismos que se alojam nas palmas, nas costas das mãos, entre os dedos e unhas. De acordo com o diretor de Ensino e Pesquisa do HGG, Marcelo Rabahi, a lavagem das mãos, principalmente para aqueles que vão visitar um doente no hospital é de extrema importância. “Todos devem ser responsáveis no combate à Sepse. Lembrando que é um quadro grave, que começa de uma infecção simples”, explica.

Palestra
Os médicos, médicos residentes, internos, equipe de enfermagem também estão convidados a participarem de uma apresentação especial no auditório do HGG, às 7h30, onde Marcelo Rabahi e o coordenador do Centro de Terapia Intensiva, Alexandre Amaral, abordarão sobre a doença. A enfermeira da Seção de Educação Continuada, Fabrícia Cândida, vai mostrar como funcionarão os protocolos para a identificação da Sepse. O HGG é um dos parceiros do Hospital Albert Einstein e Ministério da Saúde para o combate à enfermidade.

De acordo com Alexandre Amaral, a ação no dia 13 de setembro ocorre em todo o mundo e tem como objetivo central aumentar a percepção da sepse tanto entre profissionais de saúde como entre o público leigo. “Desta forma, querermos priorizar a sepse como uma emergência médica a fim de que todos os pacientes possam receber intervenções básicas, incluindo antibióticos e fluídos intravenosos, dentro da primeira hora”, ressalta.

Fonte: IDTECH






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