Goiânia, 27 de maio de 2017    




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(16/09/2013) Cerca de 200 pessoas participam do Dia Mundial da Sepse no HGG

Nesta sexta-feira, dia 13 de setembro, médicos residentes discutiram o assunto e visitantes ganharam serviços de saúde e orientações sobre a enfermidade que mata mais de 200 mil brasileiros por ano

Apesar de já ter acometido mais de 400 mil pessoas em apenas um ano, a sepse, um quadro inflamatório geral que pode causar a morte, é pouco conhecida. Para orientar sua equipe de profissionais da saúde e esclarecer a população sobre esta enfermidade, o Hospital Alberto Rassi – HGG promoveu uma série de atividades e serviços nesta sexta-feira, dia 13 de setembro, quando mais de 200 pessoas receberam informações sobre o assunto.

O Dia Mundial da Sepse, que entrou no calendário de eventos do HGG, começou às 7h30 no auditório, que estava lotado, com uma apresentação sobre a doença e os protocolos a serem adotados. O diretor de ensino e pesquisa, Marcelo Rabahi, explicou a necessidade do envolvimento da classe médica e da enfermagem para o diagnóstico precoce e correto encaminhamento dos casos. Uma cartilha de bolso foi produzida para que todos tenham consigo as orientações de conduta quando o paciente está com quadro infeccioso.

O coordenador do Centro de Terapia Intensiva (CTI), Alexandre Amaral, destacou que, além da população não conhecer o que é a sepse, na própria faculdade de medicina o assunto é pouco estudado. “A sepse é a doença que mais mata no mundo e o índice de mortalidade só vem aumentando. Para combater, é preciso engajamento. Países onde os protocolos foram implantados, os números reduziram consideravelmente”, explicou.

A coordenadora da Seção de Educação Continuada, Fabrícia Cândida, explanou sobre as medidas a serem adotadas para o controle da sepse. O HGG é um dos parceiros do Hospital Albert Einstein e Ministério da Saúde para o combate à enfermidade. “Os médicos residentes e equipe de enfermagem podem encontrar mais informações no site do próprio Albert Einstein, onde estão disponíveis cursos gratuitos”, informou.

Visitantes
Às 15 horas iniciou a ação com os visitantes do HGG. Para atrair este público, foram oferecidos gratuitamente serviços de aferição de pressão arterial e teste de glicose em uma tenda armada no estacionamento. A aposentada Laurita Rosa da Cruz, que foi visitar o marido internado, gostou de saber que estava tudo bem com a sua saúde e ficou surpreendida com as orientações sobre sepse. “Nem sabia que isso existia. Sempre faço a higienização das mãos com álcool em gel, mas vou tomar ainda mais cuidado”, disse. A limpeza das mãos, ainda mais quando for visitar um doente no hospital, é uma das principais formas de evitar a doença.

Também estava disponível para os visitantes uma caixa reveladora, que mostrava os micro-organismos que se alojam nas palmas, nas costas das mãos, entre os dedos e unhas de quem não lava a mão corretamente. O pequeno Vitor Martins Dias, 8 anos, ficou impressionado com a sujeira brilhando dentro da caixa e prometeu que iria lavar as mãos mais vezes. A universitária Nicole Vieira Campos, que viu a caixa na televisão, estava curiosa para testá-la. “A gente nunca imagina a quantidade de sujeira invisível”, conta.


Fonte: IDTECH








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  • Cerca de 200 pessoas participam do Dia Mundial da Sepse no HGG
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