Goiânia, 29 de abril de 2017    




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(16/10/2013) Novo CTI do HGG apresenta alta qualidade na rede pública

Centro de Terapia Intensiva do Hospital Alberto Rassi, que será inaugurado amanhã, terá 29 leitos equipados com máquinas de tecnologia de ponta e contará com proposta inovadora de humanização

Quem disse que UTI é lugar de morte? Afinal, é lá que o paciente recebe mais cuidados para a recuperação da sua saúde, da sua vida. Por isso, o Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), e o Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech) apresentam amanhã, dia 16 de outubro, o novo Centro de Terapia Intensiva do Hospital Alberto Rassi, uma verdadeira mudança no conceito de qualidade na rede pública.

A inauguração do novo CTI do HGG acontecerá nesta quarta-feira, dia 16 de outubro, às 8h30, pelo governador de Goiás, Marconi Perillo, e o secretário de Estado da Saúde, Antonio Faleiros. Na mesma data, os 10 pacientes já internados no hospital serão transferidos para a nova ala. Após os treinamentos da nova equipe, a partir dia 04 de novembro, todos os outros 19 leitos serão ocupados.

O novo CTI foi construído e equipado por R$ 3,8 milhões, valor repassado para a construção de dez leitos. Graças à gestão eficiente dos recursos públicos, foi possível quase triplicar a meta inicial, sem abrir mão da qualidade. Quando entrar em funcionamento, o HGG terá dez vagas a mais do que determina a legislação para hospitais de seu porte, que é de 204 leitos. Isso possibilitará a realização de mais cirurgias.

Em apresentação para a imprensa, Antonio Faleiros afirmou que não existe outra UTI em Goiás nos mesmos moldes do HGG, nem mesmo na rede privado. “Isso só foi possível por meio da parceria inteligente com as organizações sociais. Aqui estão os equipamentos mais modernos do mercado para a recuperação dos pacientes”, disse.

Os equipamentos são modernos, o que permitem intervenções menores e menos dolorosas, com o objetivo também de tornar mais rápido o tratamento. Um dos maiores destaques é o VScan, um ultrassom de bolso que permite a visualização imediata do interior do corpo. De acordo com o responsável técnico do CTI, Marcelo Rabahi, o aparelho permite identificar enfermidades graves na beira do leito, sem o deslocamento do paciente. “Equipamento semelhante foi usado no atendimento de urgência às vítimas do incêndio da boate em Santa Maria (RS)”, explicou.

Outros equipamentos de alta tecnologia são os respiradores mecânicos; bombas para infusão de medicamentos, que é feita na velocidade programada; monitores touchscreen, que garantem versatilidade à equipe clínica para monitoramento e também para fazer cálculos essenciais, e módulos suspensos, sem contato com o chão, que facilitam a higienização e o movimento dos profissionais.

Na área da fisioterapia, será utilizada a laser terapia para a prevenção de escaras (feridas em extremidades em locais de proeminências ósseas). Com este tratamento, ajudará a reduzir infecções e complicações. Será adotada ainda a eletroestimulação, prevenindo perdas de força muscular. Outra novidade é o cicloergômetro, que estimula a função muscular e circulatória. Com esse aparelho parecido com uma bicicleta, é possível fazer o exercício de forma espontânea ou sem o esforço físico do paciente.

Equipe
O novo CTI, além da equipe atual, contará com 28 médicos altamente capacitados, sendo a maioria com titulação pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), e uma sintonizada equipe multidisciplinar formada por 92 profissionais de enfermagem, nove fisioterapeutas, quatro psicólogos, dois fonoaudiólogos, dois assistentes sociais e três nutricionistas, contabilizando 138 profissionais, mais uma equipe de apoio para a assistência aos pacientes e familiares.


Fonte: IDTECH






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