Goiânia, 18 de dezembro de 2017    




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(01/11/2013) CTI em Ação movimenta o centro de Goiânia

Mais de 2 mil cidadãos que passavam pela Praça do Bandeirante pararam para ver a simulação de um tratamento hospitalar. Campanha também levou serviços de aferição de pressão e teste de glicemia

Quem descia do Eixão na Praça do Bandeirante nesta quinta-feira, 31 de outubro, se deparava com uma cena insólita: um paciente era atendido no meio da calçada, em um leito de hospital, por uma equipe completa e toda paramentada com máscaras e luvas. Era uma ação de conscientização sobre o trablaho feito no Centro de Terapia Intensiva 9CTI) do Hospital Alberto Rassi – HGG.

Mais de 40 profissionais passaram o dia fazendo a simulação de um atendimento, para desmistificar que o CTI é um local ruim para os pacientes. Para isso, também foram instalados os equipamentos na praça, desde os monitores touchscreen até as bombas de infusão de medicamento totalmente automatizadas. Apesar do susto inicial, os cidadãos goianienses aprovavam a ideia.

“Foi um lugar onde fui muito bem atendida”, conta a aposentada Terezinha Cabral da Silva, 65 anos. Ela teve um acidente vascular cerebral (AVC) há 12 anos e diz que no CTI ela teve todos os cuidados que precisava. Ela contou ainda que cuidou de uma amiga no Centro de Terapia Intensiva do HGG, mas se espantou ao ver as fotos dos novos leitos, inaugurados este mês. “Ficou muito bonito”. Foram inaugurados mais 29 leitos no HGG, totalizando 40.

O caso da feirante Cátia Helena dos Santos é parecido. O filho dela também passou por atendimento intensivo por complicações após uma cirurgia na perna. “Ele ficou muito bem amparado. Tudo o que ele precisava, a equipe providenciava”, disse ela ao observar a cena de longe. “Mas passei 45 dias dentro de uma UTI, não quero voltar a entrar lá”, finalizou.

Simulação
Uma faixa convidava os passantes a conhecer a ação com o lema “UTI é lugar de vida”. “Queremos desmistificar esta ideia de que o paciente vai pra lá para morrer”, afirmou o responsável técnico do CTI do HGG, Marcelo Rabahi. “Vamos mostrar que é o lugar em que temos uma equipe bem preparada e equipamentos de ponta”, explicou.

Durante o dia todo, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogos, que são os profissionais que trabalham em um CTI, estiveram no local fazendo simulações de atendimento: como é a entubação, a ventilação mecânica e para que serve cada um dos aparelhos.

No local também foi feito o Desafio da Lavagem das Mãos. Quem quisesse, poderia colocar as mãos em uma caixa com luz especial. Nela, aparecem brilhando os pontos da mão em que há sujeira, mas que não são vistas a olho nu. O desafio complementou a ação da CTI, já que nele, era explicado ao cidadão a importância da lavagem das mãos antes de ter contato com pacientes e também depois de sair do hospital, para não contaminar os familiares. As tendas da Praça do Bandeirante também trouxeram serviços de aferição de pressão e treste de glicemia, além de estandes que explicavam melhor qual é o trabalho de cada um dos profissionais do CTI.

Fonte: IDTECH






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