Goiânia, 27 de maio de 2017    




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(20/11/2013) Nós Podemos Goiás é o novo articulador do Centro-Oeste no Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade

Escolha foi feita durante o 3º Encontro Nacional que discutiu os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio

O Núcleo Nós Podemos Goiás foi o escolhido para ser o articulador da região Centro-Oeste durante as reuniões e encontros do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade, movimento apartidário, ecumênico e plural que visa aos alcances dos objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

A escolha do nome de Alexsandro Lima aconteceu durante o 3º Encontro Nacional do Movimento, que aconteceu de 10 a 13 de novembro, em Brasília, e reunião representantes de todos os Estados. Alexsandro é coordenador no Núcleo em Goiás, participando pelo Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech). Representaram o Estado também Rodrigo Viana (Idtech) e Maria das Graças Campos Pereira (Associação Polivalente São José).

O foco do evento foi a municipalização dos núcleos. Durante o ano de 2013, foram feitas ações em diversos estados para criar estes núcleos municipais para que cada cidade observe seus indicadores e possa trabalhar para atingir os objetivos. O evento trouxe palestras dos secretários nacionais do Movimento, de representantes do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), além do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho.

Políticas públicas
Na abertura do evento, o secretário executivo do movimento, Rodrigo Rochas Loures destacou a importância dos ODM para as políticas públicas, em especial os programas de distribuição de renda, como o Bolsa-Família. “Se esse trabalho não acontecesse, a economia iria parar”, disse. Já o ministro Gilberto Carvalho enalteceu os participantes voluntários: “Democracia só funciona quando há um governo que coloca a participação social como elemento constitutivo”, declarou.

O embaixador Jorge Chediek, responsável pelo sistema ONU no Brasil, também destacou a participação social. “O Estado não pode gerar todas as respostas. Melhoramos muito, mas podemos melhorar ainda mais os indicadores”.
Para o economista Ladislau Dowbor, a sociedade tem tecnologias mais poderosas que a capacidade política para utilizá-las. “As políticas sociais são densas em mão-de-obra e relações e funcionam melhor quando administradas pela população interessada”, ensinou.

O primeiro dia de evento também contou com painéis sobre participação social e agenda pós-2015. “O Brasil é exemplo de como os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) encontraram eco”, afirmou o presidente do Ipea, Marcelo Neri. O governo federal ainda mostrou uma prévia do novo programa de participação social, por meio do site participa.gov.br

Mobilização
O segundo dia de evento ficou por conta das apresentações dos núcleos estaduais, que levaram suas experiências e inspiraram outras equipes. Neste dia, o tema dos painéis foi mobilização, articulação e parcerias.
O evento terminou com um dia para realizar um plano de ação que envolveu todos os Estados, separados por região. Foi nesse dia que se definiram os articuladores executivos e adjuntos, além de estratégias para a região.

O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade foi criado em 2005 para conscientizar e mobilizar a sociedade civil e os governo para atingir os oito objetivos até 2015. Os ODM foram estabelecidos no ano 2000, pela Organização das Nações Unidas (ONU), em conjunto com 191 países, incluindo o Brasil.

Fonte: IDTECH






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