Goiânia, 24 de abril de 2017    




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(28/11/2013) Profissionais de saúde tem procedimento rápido de combate à aids

Unidade deve estar preparada para socorrer colaborador sujeito a riscos biológicos. Hospital Alberto Rassi – HGG promove ação para esclarecer fluxo

Os profissionais de saúde estão sujeitos à contaminação o tempo todo. Existem protocolos e normas para evitar acidentes de trabalho. Mas isso não basta. O que fazer caso uma enfermeira seja perfurada com uma agulha utilizada em um paciente, que pode ou não estar com aids? Para isso, os hospitais contam com procedimentos rápidos para combater o vírus HIV. O Hospital Alberto Rassi – HGG, em comemoração ao Dia Mundial de Combate à Aids, esclarece como funciona o fluxo e promove uma campanha de incentivo ao teste rápido para identificar a doença, além da distribuição de preservativos.

O esclarecimento ocorrerá nesta sexta-feira, dia 29 de novembro, durante todo o dia pela equipe do Serviço de Segurança e em Medicina do Trabalho (Sesmt), em parceria com a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Será montado um balcão perto do refeitório do HGG, onde será possível entender como é o fluxo de atendimento caso aconteça um acidente de trabalho, tirar as dúvidas com a equipe e saber mais informações sobre o teste rápido de aids, disponível nas unidades de saúde, com resultado instantâneo.

De acordo com o coordenador do Sesmt do HGG, Marcus Vinicius Martins, explica que o profissional de saúde que sofrer um acidente com um objeto perfurocortante deve procurar imediatamente o Sesmt. “É lá que todo o acompanhamento será realizado”, diz. A vítima será levada à sala de intercorrência e serão realizados exames no paciente em que o objeto com sangue estava sendo utilizado. O laboratório do hospital deverá passar o resultado do exame anti-HIV e de outras doenças em até 20 minutos.

Caso seja positivo, a vítima toma um antirretroviral (medicamento que tenta eliminar o retrovírus) e passa a ser acompanhada também pelo Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH), que fará a observação por no mínimo seis meses. “Poucos profissionais de saúde sabem que existe esse mecanismo. Isso vale não só para médicos e equipe de enfermagem, como todos os colaboradores da unidade de saúde”, explica o engenheiro de segurança do trabalho. Ele esclarece que, caso não saiba de quem é o sangue ou mucosa, automaticamente a vítima toma o antirretroviral.

O Hospital Alberto Rassi – HGG por meio de uma portaria divulgada neste ano, passou a pedir a todos os pacientes internados a assinatura do termo de consentimento para a realização dos exames sorológicos no caso da ocorrência de acidente biológico.


Fonte: IDTECH






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