Goiânia, 27 de maio de 2017    




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(11/12/2013) Voluntários participam de curso de capelania no HGG

Objetivo foi capacitar as pessoas que oferecem apoio espiritual aos pacientes, orientando-as sobre direitos, deveres, obrigações e a rotina do hospital

Auditório lotado e um clima de doação e boa vontade durante todo o dia. Foi assim a realização do curso de capelania para voluntários de apoio espiritual que desenvolvem trabalho com pacientes e acompanhantes no Hospital Alberto Rassi – HGG. O curso reuniu 60 participantes de todas as religiões e abordou as regras e rotinas do hospital e aspectos legais, como a Norma Regulamentadora 32, que trata de segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde, e noções de controle de infecção hospitalar.

A bacharel em Direito Maria Orquidéia Costa viu no curso uma oportunidade para aperfeiçoar o trabalho que já desenvolve em hospitais. Frequentadora da igreja Templo da Aliança – Ministério da Adoração, ela conta que já participa dos cultos realizados às sextas-feiras, às 14 horas, no HGG. “Esse é um trabalho muito bonito, que tem receptividade grande por parte dos pacientes e de seus familiares. Quero me aprimorar nisso”, disse.

Frequentadora da Matriz de Campinas, a servidora pública aposentada e pedagoga Lázara Maria Silva já realiza o trabalho apoio espiritual em outros hospitais e agora vai começar a frequentar também o HGG. “Essas visitas são muito importantes e dão conforto às pessoas que estão em um momento de fragilidade”, diz Lázara. Ela reconhece também que o trabalho é importante não só para quem recebe. “É um pouco da gente que se pode doar. Isso é muito importante”, afirma.

O evento foi aberto com a apresentação do Coral Coralina, dos Correios de Goiânia, com músicas de Natal. Em seguida, aconteceu a apresentação das diretorias do hospital e as orientações da gerência de enfermagem. O período da manhã contou ainda com palestras sobre a Norma Regulamentadora 32, Controle de Infecção Hospitalar, além de norma e rotinas do hospital.

Os participantes também receberam uma cartilha que trazia informações sobre a caracterização do trabalho do Voluntário de Apoio Espiritual, as habilidades exigidas, direitos, deveres e vedações. À tarde, o curso continuou com uma palestra sobre o conceito de doença, as diferenças entre psicologia e capelania, além de um teatro sobre visitação hospitalar. Ao final, os participantes receberam um certificado.

A atividade de apoio espiritual, hoje, é aceita como parte integrante ao processo de cura do paciente. A capacitação é importante para que este trabalho não choque com o tratamento médico. Por isso, é vedado divulgar diagnósticos ou identidades de pacientes ou realizar procedimentos técnicos, mesmo que a pedido do paciente.

Fonte: IDTECH






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