Goiânia, 12 de dezembro de 2017    




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(10/02/2014) Acreditação hospitalar é tema de reunião com coordenadores de especialidades

Médicos estiveram reunidos nesta segunda-feira, dia 10 de fevereiro, no Hospital Alberto Rassi – HGG, onde receberam informações sobre metas internacionais de segurança, ponto chave para a certificação

A semana iniciou com toda atenção voltada para a qualidade da assistência do Hospital Alberto Rassi – HGG. Os médicos que coordenam as especialidades participaram de uma reunião na manhã desta segunda-feira, dia 10 de fevereiro, de apresentação das estratégias para a acreditação hospitalar. Informações sobre a certificação almejada pela instituição, parâmetros gerais do tema e uso de protocolos, prontuário eletrônico e análise de indicadores foram os principais pontos discutidos no encontro.

No próximo bimestre está prevista a visita de representantes da Organização Nacional de Acreditação (ONA) ao Hospital Alberto Rassi – HGG, com o objetivo de avaliar se a unidade está apta a receber a certificação nível 1, que tem como foco a segurança. De acordo com o diretor-geral do HGG, André Braga, apenas 4,5% dos hospitais possui alguma acreditação. Em Goiás, apenas três instituições são acreditadas, sendo um laboratório e dois hospitais particulares. “Nós poderemos ser a primeira instituição pública acreditada no Estado”, explicou.

André Braga disse ainda que a busca para a acreditação depende das lideranças do hospital “Todos precisam entender que é parte fundamental neste processo. É preciso dar o exemplo aos residentes e toda a equipe”, disse o diretor. Como o foco da primeira certificação almejada pelo HGG é a segurança, o médico destacou a necessidade de incorporar os protocolos clínicos, adotar o prontuário eletrônico e analisar os indicadores de saúde.

A gerente de enfermagem do HGG, Natalie Alves, abordou a necessidade dos médicos contribuírem com o protocolo da cirurgia segura, assim como no preenchimento do check list. Ela também destacou a necessidade das prescrições médicas serem realizadas até às 10 horas. O diretor administrativo e presidente do Comitê de Qualidade, Alessandro Purcino, reforçou a necessidade de trabalho em equipe. “A certificação não vai para apenas um setor. Se uma área vai mal, todos são prejudicados. Por isso, precisamos de um resultado em conjunto. Ser o primeiro hospital público acreditado será bom para todos os profissionais e principalmente para o paciente”, disse.

A diretora de serviços interdisciplinares, Rogéria Cassiano, disse sobre a necessidade de integrar os serviços médicos e os multidisciplinares. O diretor de ensino e pesquisa e responsável técnico do CTI do HGG, Marcelo Rabahi, solicitou aos coordenadores que envolvam os residentes no processo de acreditação, principalmente em relação à informatização. “É preciso haver uma mudança de cultura e o prontuário eletrônico é o início desta mudança”, considerou ele, que afirmou que o CTI já está todo informatizado.

O diretor clínico e coordenador da Seção de Reumatologia, Antônio Carlos Ximenes, disse que toda fase de transição é difícil, mas que o HGG, após gestão da organização social Idtech, passou por uma mudança muito grande, principalmente no que se refere à insumos e agilidade administrativa. “A acreditação vai trazer ainda mais credibilidade ao hospital, ainda mais em relação aos residentes”, afirmou.



Fonte: IDTECH






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