Goiânia, 21 de novembro de 2017    




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(14/02/2014) Apresentação de Harpa encanta pacientes do HGG

Instrumento chamou a atenção de pacientes que fotografavam, filmavam e não desgrudavam os olhos da atração. Harpista Aline Araújo, acompanhada da mãe, contou, ainda, testemunho de superação do câncer

O relógio marcava 18 horas e 45 minutos quando a coordenadora do projeto Sarau do HGG, Lili Moreira, anunciou que o espetáculo estava prestes a começar. Aos poucos, todos os presentes foram se aquietando para ouvir o som delicado que soava do instrumento inusitado posicionado frente ao piano, no hall de entrada do Hospital Alberto Rassi – HGG, nesta quinta-feira, dia 13 de fevereiro. Numa apresentação inédita de Harpa Paraguaia, Aline Araújo emocionou pacientes, colaboradores e visitantes que assistiam a apresentação enfeitiçados pela calmaria transportada pela música.

Manuel Otávio, de 17 anos, foi flagrado filmando a apresentação com o celular e, questionado, ele explicou que assim que recebesse a alta hospitalar iria mostrar para toda a família o que ele havia visto no HGG. O estudante, que está internado há seis dias para tratar de sopro no coração, nunca tinha visto uma Harpa. “É uma emoção muito grande ouvir esse som tão lindo, quero mostrar para o meu pai, minha irmã e minha mãe.”

Mesmo com mais experiência e bagagem de vida, João Batista, de 55 anos, também não conhecia o instrumento. O pedreiro está internado no HGG há três dias com feridas nas pontas dos dedos, originadas por causa do contato direto com o cimento. Segundo ele, já havia assistido pela televisão uma vez uma apresentação de Harpa, mas pessoalmente essa foi a primeira vez. “A música traz muita alegria e paz aos nossos corações, esse som da harpa então emociona mais ainda”, destacou.

A harpista Aline foi acompanhada da mãe, que contou aos pacientes o testemunho de sua cura do câncer de mama. Sara Araújo teve a doença entre os anos de 1999 a 2000, época em que administrava um orfanato no município de Uberlândia, Minas Gerais e, Aline era uma das crianças que aguardavam por um lar. Adotada por Sara, a musicista começou a tocar a Harpa para superar a perda do pai, que veio a óbito por causa de uma hepatite. Hoje, filha e mãe se inspiram na música para levar a palavra de Deus e incentivar outras pessoas a vencerem as adversidades da vida.

Aline ainda usa a música como forma de superar os males. De acordo com ela, a música é dom divino que alegra a alma das pessoas e tem capacidade de curar as feridas da carne. “Hoje eu me sinto no dever de ajudar as pessoas a superarem os seus problemas, sejam eles de qualquer procedência. Assim como a harpa me ajudou, acredito que tocando para os outros, eu posso ajudá-los também”, associou.


Fonte: IDTECH






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