Goiânia, 29 de abril de 2017    




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(25/03/2014) Médicos intensivistas do HGG recebem treinamento

Reciclagem incentiva médicos e profissionais do Centro de Terapia Intensiva (CTI) a seguirem à risca os protocolos de higienização para evitar e controlar focos de contaminação dentro do ambiente hospitalar

O Hospital Alberto Rassi – HGG deu início na manhã desta segunda-feira, dia 24, a um treinamento para médicos intensivistas do Centro de Terapia Intensiva (CTI). O objetivo é padronizar o atendimento das equipes multidisciplinares quanto aos protocolos de prevenção de infecção, e prevenção de transmissão de micro-organismos. Para atender bem a demanda e a escala de trabalho dos profissionais, o curso está sendo ministrado em dois horários diários, e será finalizado na próxima quinta-feira, dia 27.

De acordo com a médica infectologista e coordenadora do treinamento, Andrea Spadeto, essa iniciativa foi necessária para alertar os médicos sobre os riscos que os pacientes e eles próprios correm ao manusear de forma errada instrumentos hospitalares, não utilizar os equipamentos de proteção individual corretamente e não higienizar por completo as mãos. “Esse é um procedimento que estamos implantando por causa da Acreditação, mas há muito tempo eu já tinha vontade de ministrar um curso sobre esses riscos de infecção para os nossos profissionais”, pontua.

A ministrante do treinamento, Priscila Yoshiko, explicou aos médicos participantes a forma apropriada de higienização das mãos. Segundo Priscila, que também é médica infectologista, para uma boa higienização das mãos, é imprescindível a lavagem com água e sabão e depois a utilização do álcool gel. “Instituir esses protocolos tem uma grande importância para a segurança do paciente. A nossa expectativa é que a equipe se torne disciplinada quanto ao cumprimento dessas regras”, comenta.

Outros temas tratados no curso são referentes à introdução de cateteres venosos, ventilação mecânica e sondas vesicais, que se mal executadas podem acarretar infecções no sangue, pneumonias e do trato urinário. Priscila esclarece que os cateteres são os mais arriscados no caso de infecções, e que os profissionais da área médica e enfermagem devem executá-lo com toda a cautela higiênica de procedimento cirúrgico. A médica alerta, ainda, para o manuseio dos resíduos, como o descarte da urina coletada pela sonda. “A cada ano, cerca de 30 milhões de pacientes no mundo todo é acometido pela sepse, por isso é preciso mais cuidado”, destaca a ministrante.

Juliana Brandão, interna do CTI no HGG, participou do treinamento e aprovou o conteúdo. Segundo ela, um descuido pode ser fatal para o paciente ou até mesmo para o profissional, que pode carregar bactérias e outros micro-organismos para casa e contaminar outras pessoas. “É essencial seguir certos protocolos para controlar a infecção hospitalar e melhorar ainda mais a qualidade do serviço que é ofertado para os nossos pacientes.”


Fonte: IDTECH






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