Goiânia, 29 de maio de 2017    




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(01/04/2014) World Café de Responsabilidade Social reúne empresariado goiano

Evento, que aconteceu na última quinta-feira, dia 27, discutiu projetos de responsabilidade social executados por empresas goianas e reuniu diversas entidades sociais

O Movimento Nós Podemos Goiás, coordenado pelo Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech) promoveu em parceria com a Associação dos Jovens Empreendedores e Empresários de Goiânia (AJE) o II World Café de Responsabilidade Social Empresarial (RSE). O evento, que aconteceu na Casa da Indústria – Fieg na última quinta-feira, dia 27, reuniu 80 pessoas do meio empresarial e entidades gestoras de projetos sociais, arrecadando ainda 52 litros de leite longa vida, que serão destinados ao Abrigo Sol Nascente.

Na abertura das atividades, o articulador do Nós Podemos Goiás, Alex Lima, explicou que o movimento surgiu quando, no ano de 2000, a ONU – Organização das Nações Unidas, ao analisar os maiores problemas mundiais, estabeleceu 8 Objetivos do Milênio – ODM. Segundo ele, um acompanhamento desse desenvolvimento social é feito por meio das ações desenvolvidas pelo Movimento Nós Podemos Goiás, em que participam representantes de diversas instituições do governo, sociedade civil e terceiro setor. “Queremos uma maior participação da comunidade no movimento, juntos nós podemos alcançar esses objetivos e mudar a realidade do nosso país”, declarou.

Felipe Inácio, diretor social da AJE Goiânia e coordenador social da Consciente Construtora, frisa a importância do evento. Para ele, o II World Café, além de discutir a necessidade de implantação de projetos de responsabilidade social, o evento serviu para que os empreendedores fizessem um networking na área. “Aqui tivemos a oportunidade de trocar experiência sobre projetos e atuações no campo social entre os empresários. Em 2015, já estamos planejando a realização da terceira edição, que com certeza terá o mesmo sucesso das duas primeiras”, conclui.

Para apresentar seus projetos ao empresariado, o Movimento Nós Podemos Goiás convidou diversas entidades que executam ações que atendam aos oito objetivos do milênio. Entre elas estava a Associação Polivalente São José, que explicou sobre os projetos Profetas do Cerrado e Geração do Futuro, que atende ao quinto Objetivo de Desenvolvimento do Milênio, que visa a saúde da gestante. “A execução de projetos sociais já é um grande passo rumo à mudança do cenário atual, e hoje eu sinto que a comunidade está mais consciente de que sozinho ninguém faz nada”, declara a coordenadora pedagógica da associação, Maria das Graças Campos.

Representando o Idtech, a assessora de planejamento do Instituto, Tatiane Lemes, mostrou aos participantes dois projetos que contribuem com os Objetivos do Milênio executados pela organização: Nascer Cidadão e Teleconsulta. O combate à mortalidade infantil, uma das metas dos ODM, é a principal proposta do Projeto Nascer Cidadão. Já o Teleconsulta, atende muito bem ao sexto objetivo, por combater as doenças, ao facilitar o acesso da comunidade aos serviços de saúde, como consultas básicas. “O Idtech é uma instituição que se preocupa em atender às necessidades da comunidade. A busca por uma sociedade mais justa e igualitária é a nossa maior preocupação.”

Responsabilidade social
Com formato diferenciado, baseado na metodologia de conversação e interatividade entre os participantes, o desafio do evento do evento foi disseminar o conhecimento sobre RSE entre os participantes. Empresário do ramo alimentício, Pablo Hoffmeister aprovou a iniciativa. Porém, Hoffmeister, que também é conselheiro da Fieg e diretor de política fiscal da Acieg, atribui a falta de projetos de responsabilidade social dentro das empresas às altas taxas tributárias do governo. Segundo ele, para a efetiva implantação de projetos sociais, ela deve ser viável financeiramente para o empreendedor. “É importante oferecer à comunidade projetos que visam o desenvolvimento social, mas isso depende também dos incentivos fiscais do governo”, argumenta.

Mas, a visão do empresário é refutada pela presidente da AJE Goiás, Cybele Bretas. De acordo com ela, projetos de responsabilidade social não são despesas, mas sim investimentos. Cybele explica que está nas mãos do empresariado mudar o cenário social e econômico do país, já que isso depende de um conjunto de ações e da estrutura que as empresas têm hoje. “A AJE tem atuado no sentido de orientar os empresários a promoverem projetos que tenham como objetivo a inserção social. Responsabilidade Social não está ligada ao dinheiro, mas sim a criatividade e a vontade de fazer”, pontua a presidente.


Fonte: IDTECH






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