Goiânia, 25 de abril de 2017    




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(23/04/2014) Medicamentos de alto risco passam a ser identificados com etiqueta vermelha

Além de ser um requisito da acreditação hospitalar, a identificação também reduz chances de erros na hora de ministrar os remédios

O Hospital Alberto Rassi – HGG passou a identificar os medicamentos de alto risco da unidade. Esses remédios, que ficam a cargo do setor de Farmácia, são aqueles que possuem riscos elevados de provocar danos significativos aos pacientes, caso sejam utilizados incorretamente. “Esses medicamentos também podem ser facilmente confundidos. É muito importante identificá-los para não termos margens de erro na hora da administração desses remédios”, explica o coordenador da seção de Farmácia, André Cândido.

Conforme ressalta André, além da total atenção com a utilização do medicamento de alto risco, uma das ações recomendadas para evitar erros é promover a prática de dupla checagem no armazenamento, preparo e dispensação. “Com a etiqueta vermelha é possível realizar uma dupla checagem em momentos importantes como quando a equipe de enfermagem retira o medicamento da farmácia, quando armazena na seção e também no momento de aplicar no paciente”, acrescenta o coordenador.

Para reforçar ainda mais a importância de se ter atenção especial com tais medicamentos, uma cartilha de orientações também foi desenvolvida. Ela ficará disponível por todo o hospital, especialmente nos lugares onde há o armazenamento e dispensação de medicamentos. O material traz dicas e também a lista dos 22 medicamentos de alto risco que estão associados ao maior percentual de erros, além de informações detalhadas sobre as doses usuais, ações e tipos de administração.

Também foi desenvolvido um panfleto informativo, que será distribuído por todo o hospital, com uma linguagem de fácil entendimento para que os colaboradores saibam da identificação dos medicamentos e quais são os que precisam de mais cuidado na administração. “É muito importante termos esse tipo de informação no hospital. Por mais que saibamos como proceder, é imprescindível contar com um material que nos dê embasamento”, diz a enfermeira da seção de Educação Continuada, Fabrícia Cândida.

O trabalho de identificação dos medicamentos de alto risco começou em março e atende a um dos requisitos da acreditação hospitalar. “De início começamos a colocar as fitas vermelhas e depois montamos a cartilha com a lista dos medicamentos e também os panfletos educativos. Apesar de ser um critério importante para conquistarmos a certificação, já pretendíamos implantar esse método de segurança, seguindo o exemplo de importantes hospitais, como o Albert Einstein”, afirma André Cândido.

Fonte: IDTECH






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