Goiânia, 25 de junho de 2017    




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(20/05/2014) “O HGG não perde em nada para hospitais dos Estados Unidos”, elogia acompanhante

Mônica Beatriz Ribeiro acompanhava a sogra que ficou internada por 25 dias no Hospital Alberto Rassi – HGG, e fez questão de registrar seu elogio na Ouvidoria

Seis de março. Usuária do Sistema Único de Saúde (SUS), Marli Ramos Tavares é internada no Hospital Alberto Rassi – HGG para fazer uma cirurgia de hérnia de disco. Finalmente, todas as dores e desconfortos iam embora. Acompanhada pela nora, Mônica Beatriz Ribeiro, Marli segue para o centro cirúrgico cheia de expectativas e planos. Uma hora depois, de volta para o quarto, o momento era de alegria, afinal, a saúde já estava melhor.

O que não se esperava era que exatamente após um mês, Marli precisou voltar para o hospital, já que os pontos feitos na cirurgia acabaram se soltando, em virtude da obesidade mórbida e grande esforço realizado. Marli é levada até a unidade de saúde pela nora. Chegando lá e sendo internada novamente, a tristeza voltou a se espalhar pelo ambiente, já que a dona de casa se via, mais uma vez, debilitada.

Quatro dias depois, eis que se ouve o som de um violão e uma voz aveludada. Tratava-se do Sarau do HGG que levou o cantor Luiz Augusto às enfermarias do hospital. A paciente Marli viu naquele momento a música reconfortar seu coração e a fé prevalecer para a melhora.

E assim os dias foram passando. Com o cuidado dos enfermeiros, médicos, condutores, recepcionistas, e vários outros colaboradores, Marli foi melhorando. Para ela, o atendimento humanizado que recebeu na unidade foi fundamental para sua recuperação. Quem partilha da mesma opinião é sua nora, que a acompanhou fielmente. “Fiquei admirada com tudo. A humanização por parte das equipes foi encantadora”, revela Mônica.

No dia 24 de abril, Marli estava deitada em seu leito quando começou a ouvir conhecidas músicas sertanejas. Era a Orquestra de Violeiros do Estado de Goiás que se apresentava em mais um Sarau. Mesmo sem poder descer, a paciente fez questão de prestigiar toda a solenidade pela janela de seu quarto. “Foi inesquecível”, avaliou.

Outras apresentações também foram assistidas, como a da cantora goiana Grace Venturini, edição especial em comemoração ao Dia das Mães. Desta vez, quem fez parte da calorosa plateia foi Mônica, que se encantou ainda mais com as ações culturais propostas pelo Idtech, Organização Social (OS) que gerencia o HGG. “Nunca vi isso em outros hospitais. É uma iniciativa inédita e que conta muito para a saúde dos pacientes”, disse.

Para Mônica, que morou com o marido, Adriano Ramos Tavares, em New Jersey, nos Estados Unidos por oito anos, o HGG não perde em nada para os hospitais do exterior. “Lá, atendimento público é raro. Os hospitais são bem cuidados, o tratamento é humanizado e, por isso, são de tamanha referência. Não esperava encontrar as mesmas coisas em um hospital público, em Goiás”, ressaltou.

No dia da alta de sua sogra, Mônica procurou a Ouvidoria para registrar seus elogios e agradecimentos. “Acho muito importante registrarmos as coisas boas. Ouvimos, o tempo todo, apenas reclamações. É raro quando alguém decide falar bem de algo, né? Eu me achei no dever de fazer isso e, por isso, procurei a Eliane. O SUS funciona. Basta ter administrações competentes para colocar a teoria em prática. Vocês estão de parabéns”, elogiou.

Fonte: IDTECH






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