Goiânia, 30 de abril de 2017    




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(23/05/2014) Obras do Ambulatório do HGG estão na reta final

Conclusão da reforma está prevista para o próximo mês e mais de 50 operários trabalham em ritmo acelerado. Esta será a terceira grande obra entregue pelo Idtech em dois anos de gestão

Consertando avião no ar. Essa expressão pode ser bem aplicada quando se refere às obras do ambulatório do Hospital Alberto Rassi – HGG. Afinal, os pacientes continuam sendo atendidos, mesmo com a reforma geral do espaço. As obras estão em rimo acelerado e a previsão é de que sejam concluídas no próximo mês. A transformação vai ao encontro do conceito de qualidade do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech), que entregará a terceira grande obra em dois anos de gestão na unidade hospitalar.

Para não deixar os usuários sem atendimento, foi feito um planejamento que consistiu em ampliar os turnos de trabalho e cada ala foi entregue gradualmente. É claro que a reforma gerou alguns transtornos, afinal, houve mudanças de roteiro e de fluxos. Por exemplo, nesta reta final, foi preciso adaptar uma tenda no estacionamento do HGG para recepcionar os usuários. Mesmo de forma temporária, o espaço contou com bebedouros e climatizadores para oferecer o mínimo de conforto.

O novo ambulatório passará a se chamar Ambulatório de Medicina Avançada (AMA), nome de acordo com o seu perfil assistencial. Sua estrutura será independente da área de internação e os usuários terão acesso humanizado. É o fim das grades e da guarita. Todos poderão entrar (sem a triagem dos vigilantes) e já serem recepcionados por atendentes “Conte Comigo”. A espera pelo atendimento será mais confortável, pois serão posicionadas mais cadeiras e o ambiente será totalmente climatizado.

Os usuários não ficarão mais perdidos na unidade, já que todas as alas terão cores para a diferenciação. Tudo está ficando bem diferente daquele lugar tumultuado, quente e estressante. São 32 consultórios, contemplando também os destinados à equipe multiprofissional (odontologia, fonoaudiologia, psicologia). Não haverá mais rampa e sim dois elevadores de acesso, com adaptação para cadeirantes.

De acordo com o engenheiro responsável, Alvantino Alves Ribeiro Júnior, um dos maiores desafios da obra foi conciliar os trabalhos com o funcionamento do ambulatório. “Tivemos que restringir os horários para as demolições em função do ruído causado e conter a poeira”, revela. Os coordenadores do Idtech, José Cláudio Romero, e Lúcio Dias Nascimento, vistoriam a obra periodicamente. “Esta será mais uma prova que, com bom uso dos recursos públicos, é possível oferecer uma estrutura de qualidade para os usuários do SUS”, disse o coordenador executivo José Cláudio Romero.

O AMA foi custeado com os repasses mensais previstos no contrato de gestão com a Secretaria de Estado da Saúde, sem nenhum termo aditivo de aporte extra de recurso financeiro. Além do Ambulatório, o Idtech, também construiu o Centro de Terapia Intensiva (CTI), que ampliou de 10 para 40 leitos, em uma estrutura de alta qualidade e a Central Humanizada de Internação (CHI), uma iniciativa pioneira para o acolhimento do paciente no momento da internação.

Fonte: IDTECH






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