16/07/2019 - Idtech participa de workshop sobre gestão de OSs



Evento aconteceu nesta segunda-feira, 15 de julho, no Alpha Park Hotel

O workshop “O papel das Organizações Sociais na rede de Saúde Pública” aconteceu nesta segunda-feira, 15 de julho, no Alpha Park Hotel. Os coordenadores do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech) José Cláudio Romero, Lúcio Dias e Rafael Nakamura participaram do evento que reuniu representantes de diversos seguimentos da sociedade civil e governamental. Atualmente, o Idtech é responsável pela gestão do Hospital Estadual Alberto Rassi – HGG e Hemocentro de Goiás.

Promovido pelo Instituto Brasileiro de Organizações Sociais de Saúde (Ibross) e a Associação Goiana de Integralização e Reabilitação (Agir), o evento contou com a presença do titular da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES), Ismael Alexandrino; o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e secretário de Estado da Saúde do Pará, Alberto Beltrame; membros do Tribunal de Contas da União (TCU), Controladoria Geral do Estado de Goiás (CGE-GO) e do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina (TCE-SC), que abordaram diversos temas voltados para o atual modelo de gestão das unidades de saúde administradas por OS.

Ismael Alexandrino pontuou, cronologicamente, os avanços do sistema até chegar na regulamentação da gestão por OS em Goiás, em 2005. Segundo ele, o sucateamento das estruturas, a precariedade nos atendimentos e a lentidão da gestão foram os pontos-chave para a necessidade da implantação desse modelo no Estado, que mostra notáveis avanços nos hospitais da SES após a parceria. “Atualmente podemos perceber a equiparação da saúde pública estadual aos serviços oferecidos na rede privada. E, em até três anos, nossa meta é superar a qualidade dos serviços oferecidos na rede de saúde particular”, explicou.

O coordenador de Gestão em Saúde do Idtech, Rafael Nakamura, explica que todas as oportunidades para a discussão e esclarecimento do modelo de gestão por meio de organizações sociais são importantes. “Trata-se de um processo consolidado, legalmente lastreado, mas que não deixa de necessitar de aperfeiçoamento contínuo. Esse trabalho contínuo de melhoria deve ser balizado na capacitação do ente público para planejar e monitorar os contratos de gestão, bem como escolher organizações sociais que sejam cumpridoras dos requisitos adequados para firmar as parcerias”, finalizou.




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