26/09/2019 - Profissionais do HGG assistem palestra sobre Polineuropatia Amiloidótica Familiar (PAF)



Wilson Marques Júnior, pós-doutor em Neurologia, esteve na unidade hospitalar na sexta-feira, 20 de setembro, explicando sobre diagnóstico e tratamento da doença

Médicos residentes e especialistas do Hospital Estadual Alberto Rassi – HGG assistiram na sexta-feira, 20 de setembro, uma palestra que abordou sobre a doença rara Polineuropatia Amiloidótica Familiar (PAF). A atividade foi proposta pela preceptora do Serviço de Neurologia da unidade, Susanie Amâncio Gonçalves Rigatto. Na ocasião, o especialista em eletroneuromiografia e em neuropatias periféricas, além de ser pós-doutor pelo Institute of Neurology, da London University, Wilson Marques Júnior, explicou sobre a importância do diagnóstico precoce para o tratamento da doença.

A palestra aconteceu no Auditório dr. Luiz Rassi e reuniu profissionais das áreas de neurologia, genética, endocrinologia, urologia, cardiologia, gastroenterologia, nefrologia, entre outras. “A PAF é uma doença rara, no entanto é subdiagnosticada, porque ela não é pensada no momento que os pacientes aparecem nos consultórios. É uma doença que pode iniciar com problemas neurológicos, cardiológicos, gástricos, urológicos, nefrológicos e envolvem várias especialidades. Ao falar do assunto, nós estamos dando a oportunidade para esses pacientes terem um diagnóstico precoce, uma vez que a doença tem uma evolução fatal, é hereditária, e em cerca de 10 anos esses pacientes vão a óbito”, explicou Susanie.

Outro ponto importante levantando durante a palestra é que o tratamento permite melhor qualidade de vida para os pacientes. “Antigamente a gente não tinha nada a fazer por esses pacientes. Agora temos acesso ao tratamento que interfere na evolução da doença. Uma vez diagnosticada no início, nós temos como interferir com tratamento, o que ocasiona um retardo na progressão dos sintomas. Essa abordagem hoje no HGG, envolvendo várias especialidades, é no sentido de mostrar que atualmente temos a possibilidade de fazer o teste genético nos laboratórios, sem custo para paciente. Estamos com a chance de fazer o diagnóstico e iniciar esse tratamento aqui no HGG”, declarou a médica.




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