01/10/2019 - Palestra do AMA comemora o Dia Nacional da Doação de Órgãos



Encerrando o ciclo de palestras especial Setembro Verde, pacientes do ambulatório receberam orientações sobre a importância da doação

Em alusão a campanha Setembro Verde, pacientes que esperavam pelo atendimento foram surpreendidos com palestra de conscientização para a doação de órgãos, no Ambulatório de Medicina Avançada – AMA. A psicóloga do Hospital Estadual Alberto Rassi - HGG, Telma Noleto, esteve na manhã da última quinta-feira, 26 de setembro, orientando os pacientes e acompanhantes.

Telma ressaltou a importância de discutir e informar as pessoas sobre o assunto. “É uma campanha que precisa ser sistemática e tem que estar sempre informando e tirando dúvidas. Apesar de falarmos muito sobre isso, ainda existe medo, mitos e muitas maneiras errôneas que são faladas nas redes sociais. Então a gente precisa esclarecer algumas informações para que no momento necessário elas possam fazer suas escolhas”. A psicóloga falou ainda sobre a importância da psicologia no momento da doação. “Antes de tudo, temos que ter o diálogo para que possamos conversar de forma natural e tranquila, informando a importância da doação, pois o sofrimento de uma família pode ser o recomeço para mais de 17 pessoas”, concluiu.

Receptor x Doador

Quem é beneficiado com um órgão sabe o quanto é importante que a doação seja feita. “Receber um órgão foi outra vida, uma alegria muito grande. É muito importante que a doação de órgãos seja feita. Quem já recebeu algum órgão sabe a importância da doação. É nascer de novo”, disse o paciente Eliton Meira, que recebeu um rim do irmão.

Nem toda família aceita doar os órgãos de um ente querido, porém, as que aceitam fazer a doação falam que apesar da dor, ficam felizes por fazer o bem a outros seres humanos. A família da diarista, Silvia de Jesus, doou os órgãos do irmão, que ela perdeu em um acidente de trânsito. “Quando ficamos sabendo que ele tinha tido morte encefálica, os médicos solicitaram que a gente doassem os órgãos, não pensamos duas vezes e doamos. Sabíamos que se ele estivesse vivo ele tinha feito o mesmo”. Silvia pontua o bem que essa doação fez aos receptores. “Estávamos tristes com a perde dele, mas ficamos felizes com quem recebia os órgãos, foi um bem que fizemos. Víamos a alegria dos outros, que tiveram a oportunidade de iniciar a vida novamente”, ressaltou.




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