04/11/2019 - Novembro Azul movimenta ações no HGG



Serão realizadas ações de conscientização, além de mutirão de cirurgias

Pesquisa da Revista Saúde realizada via internet com 2.405 brasileiros de todas as regiões do país, apontou que quase 40% dos homens de até 39 anos e 20% daqueles com mais de 40 só vão ao médico quando se sentem mal. A campanha Novembro Azul surgiu com o propósito de alertar os homens que se o câncer de próstata for diagnosticado no início, existem grandes chances de cura. Para isso, os homens devem ir ao médico regularmente. Em alusão ao movimento, o Hospital Estadual Alberto Rassi – HGG está promovendo uma série de ações para orientar a população de uma forma geral.

A partir desta sexta-feira, 1º de novembro, a fachada da unidade hospitalar estará iluminada na cor do movimento. Também serão distribuídos laços azuis para os colaboradores. No dia 7, profissionais do Serviço de Urologia vão orientar os pacientes que estiverem aguardando por consultas no Ambulatório de Medicina Avançada (AMA) sobre prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer de próstata.

No dia 14, o HGG promove uma manhã com orientações para a população no projeto Saúde na Praça, com serviços gratuitos de aferição de pressão e testes de glicemia. Além disso, profissionais do Núcleo de Orientação Interdisciplinar em Sexualidade (NOIS) também estarão tirando as dúvidas dos participantes. Nos dias 8 e 9 de novembro, mais de 10 pacientes passarão por cirurgia, incluindo àqueles homens que foram acometidos por câncer de próstata.

Sobre o câncer de próstata

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma). Entre os fatores de risco estão a idade, já que tanto incidência quanto a mortalidade aumentam significativamente após os 50 anos; pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos, podendo refletir tanto fatores genéticos (hereditários) quanto hábitos alimentares ou estilo de vida de risco de algumas famílias.
A detecção precoce do câncer é uma estratégia para encontrar o tumor em fase inicial e, assim, possibilitar melhor chance de tratamento. A detecção pode ser feita por meio da investigação, com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, de pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença (diagnóstico precoce), ou com o uso de exames periódicos em pessoas sem sinais ou sintomas (rastreamento), mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença. No caso do câncer de próstata, esses exames são o toque retal e o exame de sangue para avaliar a dosagem do PSA (antígeno prostático específico).



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