20/12/2019 - Coral com vários estilos musicais marca apresentação de Elen Lara e Grupo Cantoria



Apresentação, que ocorreu no AMA, encerrou comemorações natalinas do Sarau do HGG

Um coral natalino com cordel, samba, funk e uma série de estilos musicais foi a atração da última edição do Sarau do Hospital Estadual Alberto Rassi - HGG de 2019. Elen Lara e Grupo Cantoria emocionaram os pacientes que estavam internados no hospital no dia 19 de dezembro durante a apresentação, que ocorreu no Ambulatório de Medicina Avançada (AMA).

O grupo, formado por 17 pessoas, fez releituras de clássicos natalinos e músicas religiosas, provocando lágrimas de parte do público que acompanhava o espetáculo. Para alguns, foi a oportunidade de, mesmo de longe, compartilhar a data com familiares e amigos. “Vou compartilhar com família, amigos, com todo mundo. Meu esposo está internado aqui e o Natal é uma das datas que a gente mais vive (intensamente), porque a gente trabalha com comunidades, com igreja. E neste momento, infelizmente, não podemos (estar com eles), mas estamos de coração, compartilhando com todos. Está sendo maravilhoso e vamos continuar compartilhando o que a gente está vivenciando aqui neste momento”, disse Maria Oliveira Santana, que mora em Aparecida de Goiânia.

Os músicos também se emocionaram com a apresentação, como diz o tenor e preparador vocal do grupo, Damon Farias. “Eu tenho certeza que foi muito especial, não só para nós que participamos, cantando, trazendo a música, como para todos os pacientes, para os funcionários. Não só pelas músicas em si, mas pela emoção do momento, estamos em uma época muito propícia a pensar e repensar as coisas da vida. Foi muito bom.”

Regente e tecladista do grupo, Elen Lara, que já se apresentou em várias edições do projeto, diz que esta apresentação foi especial. “Acho que esta apresentação de hoje foi muito especial. Nós conseguimos nos conectar com a plateia, o que é imprescindível para nós, porque a gente não gosta de fazer música por música. A gente escolhe um repertório que a pessoas consigam participar, cantar, se envolver e, mais, que haja essa coisa do pertencer, do tocar, para fazer a diferença. Que eles levem isso para os quartos, para casa, para as suas vidas, este momento que o HGG proporciona para cada uma delas.”

Ela comenta ainda que a apresentação a fez pensar que, há um ano, ela tinha acabado de sair de uma situação que a colocava no lugar do pessoal que a assistia. “A gente se emociona quando a gente vê o pacientes e a gente se vê (neles) em muitos momentos. No ano passado mesmo, eu vim aqui, tinha uma semana que eu tinha sepultado meu pai, então foi um momento muito tocante para mim. Tinha vivido um tempo dentro do hospital com ele. Então assim, é uma via de mão dupla. Porque toca lá e toca cá também.”




Quer receber notícias e novidades do Idtech diretamente no seu e-mail?

ASSINE NOSSA NEWSLETTER

© IDTECH, Hospital Estadual Alberto Rassi/HGG, Hemocentro de Goiás - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS