21/02/2020 - Residentes marcam uma nova etapa no HGG



Turma que se forma em fevereiro de 2020 é a primeira a apresentar Trabalhos de Conclusão de Residência após reestruturação de metodologia da Diretoria de Ensino e Pesquisa do Hospital Estadual Alberto Rassi - HGG. Responsáveis por mudanças elogiam trabalhos desenvolvidos

Os 57 profissionais da saúde que se formaram na residência na última quarta-feira, 19 de fevereiro, iniciam uma nova fase da área de Ensino e Pesquisa do Hospital Estadual Alberto Rassi – HGG. Eles entrarão para a história do hospital como a primeira turma a ter seus Trabalhos de Conclusão de Residência (TCR) reestruturados para atenderem às exigências acadêmicas, possibilitando uma maior visibilidade e divulgação.

Os estudos e pesquisas apresentados, inclusive, chamaram a atenção de Fátima Lindoso, que assumiu a Diretoria de Ensino e Pesquisa (Direp) em junho do ano passado e é responsável pela reformulação do departamento. “Eu assisti umas três defesas que tinham nível de doutorado. Muito boa a qualidade técnica dos alunos. Nós temos uma excelente residência. Eu, com pouco tempo, estou encantada. Estou gostando demais do que a gente está fazendo. Estamos com os três pilares necessários: ensino, pesquisa e assistência”, diz a médica, doutora em Pediatria e Ciências Aplicadas à Pediatria pela Universidade Federal de São Paulo, que ressalta a publicação de alguns trabalhos já neste ano. “Até trabalhos publicados já conseguimos, alguns em revista de ponta. A gente está construindo essa parte da pesquisa. Eu acho que estamos abrindo um espaço maravilhoso.”

As publicações, segundo ela, só foram possíveis por causa do rigor adotado no HGG. “Os trabalhos se tornam mais fortes academicamente, porque passam pela revisão de pessoas com experiência e com publicação. Com uma monografia bem feita, os trabalhos de conclusão que eu vi são para publicação ou no nível de doutorado. Eu e Fábia (Mara Gonçalves Prates de Oliveira, coordenadora da Comissão de Residência Médica do HGG - Coreme), organizamos e conseguimos este ano ter as apresentações com banca, com avaliação de fato, com correção dos trabalhos. A maior parte de pesquisas foram desenvolvidas dentro da instituição. Quando não era uma pesquisa de fato, era uma monografia, mas de tema dos residentes, vividos dentro da instituição.”

Ela pontua, no entanto, que ainda tem muito a ser trabalhado e que a qualidade vista nesta turma é um incentivo a isso. “Tivemos algumas bancas com professores de fora, participação de colegas da UFG, da PUC e do curso de preceptoria da instituição. O que eu consegui perceber é que existe um nível de pesquisa bom, mas que a gente pode ampliar ainda mais. Foi uma experiência bem legal”, pontua Fátima.




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