21/09/2020 - Acessibilidade é uma das marcas do novo prédio do Hemocentro



Obras foram pensadas para dar maior conforto a pessoas com deficiência

A reestruturação do Hemocentro Coordenador, além de mais conforto e tecnologia para doadores, pacientes e colaboradores, trará uma revolução para a região onde o prédio está instalado, no Setor Coimbra. Isso porque o projeto de revitalização tem como um dos pilares a acessibilidade para pessoas com deficiência. A preocupação vai desde a chegada à unidade, com calçadas niveladas e com sinalização para cegos, passando por todos os ambientes do prédio.
“Tirando a parte da reforma e ampliação da edificação existente, que abarcou várias ações de acessibilidade interna, foram pensadas ainda a questão de rampa, as identificações e espaços adequados às áreas de circulação, além da área externa, no calçamento que margeia a unidade”, pontua Daniel Régis Ribeiro, assessor técnico do Idtech, organização responsável pela administração da Hemorrede Pública de Goiás.
O calçamento, ressalta Daniel, foi feito todo em acordo com a legislação vigente e abrange 837,69 metros quadrados. “Nesse calçamento a gente usou todas as prerrogativas da legislação municipal, em relação à acessibilidade, e também das normas brasileiras: as rampas de acesso, os desníveis que são permitidos, a entrada e saída de veículos, abarcando todas essas questões para dar melhor confortabilidade para os usuários e transeuntes da região.” O assessor pontua ainda o impacto que a revitalização vai ter na região. “Para a região vai ser um marco. Visualmente a gente sabe que a região não possui a questão de acessibilidade, tanto no trecho da Avenida Anhanguera quanto no quadrante onde estão o Hemocentro e o Materno-Infantil. Para aquela região vai ser muito bom, até para os colaboradores e usuários que vão passar a frequentar o Hemocentro, trazendo maior conforto e garantindo uma acessibilidade com dignidade.”
Com a retirada de um quiosque que estava há anos no local, a nova calçada será concluída em breve. O motivo para a retirada foi a necessidade de distanciamento de estabelecimentos comerciais do tipo nas proximidades de unidades de saúde, para que haja maior controle de vetores de doenças. O equipamento foi retirado pela Prefeitura.




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