08/01/2021 - HGG recebe primeiras internas de 2021



Acolhimento de nove alunas da UniEvangélica ocorreu na última segunda-feira (7)

O ano começou com novidades para nove alunas do curso de Medicina da UniEvangélica, de Anápolis. Elas foram as primeiras participantes da turma de 2021 do internato do Hospital Estadual Alberto Rassi –HGG a serem acolhidas pela equipe da Diretoria de Ensino e Pesquisa do hospital. Na última segunda-feira, 7 de janeiro, elas foram recepcionadas e receberam uma série de palestras sobre o funcionamento e normas, além de conhecerem todas a estrutura do hospital. “O acolhimento é uma prática do HGG porque é nesse momento que a gente recebe o interno e são passadas todas as rotinas implantadas no hospital, qualidade e segurança para o paciente”, pontua a gerente de Educação Continuada do HGG, Wagna Teixeira. Além da UniEvangélica, alunos da Universidade Federal de Goiás (UFG), Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), Centro Universitário Alfredo Nasser (Unifan) e Universidade de Rio Verde (UniRV) também participam do internato do hospital.

As internas tiveram palestras com integrantes da Comissão de Controle de Infecções Hospitalares (CCIH), do Serviço Especializado em Saúde e Medicina do Trabalho (Sesmt), da equipe da Tecnologia da Informação, entre outros. “Tudo isso é importante porque o aluno vem com uma outra cultura de fora, passa em vários hospitais e, ao chegar no HGG, muitas vezes ele tem um choque porque nosso hospital é muito organizado. Nosso hospital está muito além de muitas outras unidades em relação a protocolos de segurança, de qualidade mesmo. Então, muitas vezes o aluno desconhece isso e, se a gente não orientar, ele não vai entrar dentro dos parâmetros que a gente espera e isso pode criar problemas para ele e para a unidade também. Então, o acolhimento é o momento de passar essas normas de rotinas internas da unidade, orientar e tirar dúvida do aluno, dar as boas vindas”, explica Wagna.

E a atenção recebida foi uma das coisas que chamaram a atenção da interna Rayssa Rosa de Jesus Cardoso. “A gente já teve várias experiências de rodízios que chegamos super largados. Temos que conversar com outros grupos para saber como funciona, porque ninguém avisa a gente, ninguém nos situa de nada. E aqui eu achei que fomos bem acolhidos, eles explicaram direitinho como funciona tudo. Desde a questão de crachá, a digital, teve um tour pelo hospital, que é maravilhoso. Cada palestra, até sobre o banco de sangue, de TI, achei incrível, porque nunca tive nada assim. Também sobre questão de segurança dos trabalhadores de saúde, dos pacientes, dos cuidados que se deve ter. Achei muito bom mesmo.”

Beatriz Nogueira Porto pontuou a apresentação da estrutura do hospital como diferencial. “Fomos muito bem recebidas no acolhimento, foram várias palestras que explanaram sobre o funcionamento do hospital, mas a parte mais importante, o diferencial, foi a apresentação das instalações. Conhecer todos os andares, as alas, e ver o quanto a humanização é importante, através da presença das exposições de arte, das pinturas espalhadas pelas paredes do hospital, pelo jardim e tudo mais, foi algo que estimula e facilita a nossa rotina. As minhas expectativas, são as melhores possíveis, espero que o rodízio contribua com a minha formação médica. Tenho certeza que sairei mais capacitada do que sou hoje com o auxilio dos residentes e do staff”, diz.

Rayssa também exalta o que viu pelo tour que fizeram pelo hospital, com destaque para os projetos de humanização. “Com o hospital mesmo, fiquei encantada. É maravilhoso. A gente está acostumada com Anápolis e eu nunca tinha visto um hospital tão bom. Fiquei encantada com as obras de arte, com o Arte no HGG, as apresentações musicais, a parte dos cuidados paliativos. Fiquei muito encantada com o hospital.”




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