O atendimento médico é fundamental para qualquer tratamento de saúde, mas saber sobre a doença e ações que podem evitá-la ou amenizá-las é tão importante quanto a visita ao médico. E foi justamente isso que foi realizado no Dia D do Diabetes, no Centro Estadual de Atenção ao Diabetes (Cead), unidade do Hospital Estadual Alberto Rassi – HGG, na última quinta-feira, 11 de novembro, em celebração ao Dia Mundial do Diabetes, comemorado no dia 14. Ao todo foram realizados 183 atendimentos no período matutino, sendo 47 de psicologia; 61 de enfermagem; 31 da fisioterapia e 44 da nutrição. Esta última foi a preferida pelos pacientes, que ressaltaram a satisfação em aprender a criar pratos saudáveis, gostosos e econômicos, elaborados especialmente para pacientes com diabetes.
A programação foi dividida em um circuito com quatro etapas, sendo a cozinha experimental a primeira delas. No local, os pacientes tiveram a apresentação, o preparo e a degustação de receitas como bolo de abóbora cabotiá com chocolate, patê de biomassa de banana verde e suco de beterraba com limão. A ação agradou em cheio não só os pacientes como também seus familiares. O paciente Valdeci Espíndola foi com a esposa e a irmã. As duas se apaixonaram pelas receitas que aprenderam. "Gostei muito do que vi hoje, principalmente da cozinha, das comidas diet que ensinaram, de como comer e viver melhor, com mais saúde, porque quando a gente passa dos 50 a gente precisa de saúde. Peguei as receitas e vou fazer", diz a irmã, Joana D´arc Espíndola. A esposa, Neuza Carlos da Cruz Espíndola, também aprovou a iniciativa. "Meu esposo que faz tratamento aqui há um tempo. Essas novidades de hoje eu gostei muito, porque a gente não tinha. Sobre a comida, experimentei umas coisas que eu gostei muito. Coisas fáceis de se fazer e baratas. Está aprovado. "
Valdeci também elogiou o atendimento que recebe no Cead. "Tem muitos anos que faço tratamento. Antes era no HGG e depois abriu e eu vim para cá. Aqui é muito bom. A explicação sobre a alimentação, outro tipo de exame, o exame para ver o olho. São novidades que melhorou (o atendimento). Que continue assim. "
O também paciente Welington Dias de Oliveira, que tem diabetes há 19 anos, diz que o atendimento nem parece ser público e que a qualidade fez com seguisse o tratamento à risca. "Tem de 18 para 19 anos que descobriu a diabetes, mas uns nove meses que estou levando o tratamento a sério. Aqui é igual tratamento particular mesmo. Nunca tinha visto não. Bom demais o atendimento de hoje, foi muito diferenciado. A estrutura, o tratamento, tudo muito bom. Todo mundo trata a gente muito bem. É maravilhoso mesmo. "