25/11/2021 - Equipe de Itumbiara acompanha atendimentos no ambulatório TX



Médica e psicóloga de serviço ambulatorial transexualizador do interior trocaram experiências com colegas do HGG

Em continuidade ao processo de troca de experiências entre o Serviço de Identidade de Gênero, Transexualidade e Intersexualidade – Ambulatório TX, do Hospital Estadual Alberto Rassi – HGG e o serviço ambulatorial transexualizador do Núcleo de Atenção Básica de Saúde (NABS) de Itumbiara, profissionais da unidade do interior acompanharam, no último dia 18, os atendimentos realizados no ambulatório do hospital. A unidade do Sul do Estado tem 46 pacientes cadastrados, sendo 19 com atendimento ativo.

Após a visita do coordenador do ambulatório do NABS, o psicólogo Mauri Gonçalves, da psicóloga Patrícia Silva Felipe Silvério e da enfermeira Regina de Oliveira Rodrigues Silva, foi a vez da médica Rafaela Miranda Proto Pereira e da psicóloga Patricia Silva Felipe Silvério conhecerem a estrutura do hospital e como são realizadas as consultas e cirurgias no HGG, referência no atendimento à população transexual no Estado. “O obejtivo foi trocar experiências e entender como funciona o fluxo de serviço para que a gente possa se espelhar e oferecer um serviço tão bom quanto o fornecido aqui.”

As duas acompanharam o dia de trabalho da coordenadora do Ambulatório TX, a ginecologista Margareth Giglio, e da psicóloga Flávia Christine Bezerra. Rafaela relata que a convivência com as duas profissionais é de suma importância, já que a literatura existente sobre o tema é ainda muito pequena. “Queremos absorver a experiência, a vivência que elas têm nessa área da saúde, que é inclusive muito carente de literatura, para que a gente possa espelhar. A gente só tem que agradecer essa experiência. Não tem dinheiro que pague. Elas nos trouxeram vivência, que é muito raro. A impressão que passa é que é todo mundo apaixonado pelo trabalho”, diz a médica, que teve a opinião reforçada pela psicóloga de Itumbiara. “Aqui é o hospital referência de atendimento do ambulatório e a gente veio adquirir experiência para ter uma melhoria de atendimento com nossos pacientes de lá. Estreitar os vínculos, ter essa troca, adquirir mais experiência e levar tudo de melhor para o interior.”

Já a coordenadora do Ambulatório TX ressaltou que o intercâmbio é benéfico tanto para a unidade do interior, que vai poder aperfeiçoar o atendimento, quanto para o hospital, que vai poder focar mais no atendimento terciário, e para o próprio paciente, que não precisará vir a capital com a oferta de atendimento em sua cidade ou região.




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