O Serviço Especializado em Saúde e Medicina do Trabalho (Sesmt) do Hospital Estadual Alberto Rassi - HGG promoveu, de forma itinerante, no dia 4 de janeiro, o bate-papo “Orientações de NR-32 no Ambiente Hospitalar”. A técnica de Segurança do Trabalho, Aláyne Lindozo conversou com os colaboradores sobre a importância de seguir as normas que estabelecem as diretrizes básicas de medidas de proteção, com intuito principal de evitar a transmissão de doenças, acidentes de trabalho e manter os padrões de higiene do hospital.
Aláyne afirmou que são feitos treinamentos constantes sobre as normas da NR-32. Segundo ela, as visitas às unidades não tem um papel fiscalizador, mas sim de conscientizar os profissionais. “Não só os colaboradores da assistência, mas também os administrativos, todos devem seguir as normas, pois ao usar um adorno, há risco de levar um microrganismo para a casa, para a família, como também pode trazer alguma coisa para o paciente que está internado, com a saúde comprometida, então essas ações de alerta são fundamentais”, reforçou.
Durante a conversa, alguns lembretes foram reforçados, como: usar calçados fechados; evitar adornos, como brincos e alianças, evitar alimentos em locais não apropriados, devido ao risco de contaminação e proliferação de vetores; e proibição de fumar nas dependências do hospital.
“Temos que tomar todos os cuidados para não contaminar os pacientes e não levar nada para as nossas casas. Acho importante reforçar os motivos de não usar os adornos e, principalmente, utilizar os equipamentos de proteção individual”, relatou o técnico de enfermagem, Thiago Evangelista.
O HGG reforça que o uso indevido de acessórios ou adereços no ambiente hospitalar pode comprometer o estado de saúde do paciente e também dos colaboradores. Estudos científicos apontam que adornos usados nos setores assistenciais abrigam agentes patogênicos, aumentando o risco de infecção e comprometendo a segurança do paciente. De acordo com estas pesquisas, os objetos dificultam a higienização adequada das mãos e de superfícies corpóreas. De acordo com os códigos de ética dos profissionais de saúde, quando os colaboradores colocam em risco a saúde dos pacientes, podem ser responsabilizados por imperícia, negligência ou imprudência.