29/07/2024 - Palestras de promoção à saúde são realizadas no Centro Estadual de Atenção ao Diabetes do HGG



No último encontro, os pacientes entenderam mais sobre os sinais e sintomas da hipoglicemia e hiperglicemia

O Hospital Estadual Alberto Rassi - HGG realiza, semanalmente, momentos de interação e bate-papo com os pacientes atendidos no Centro Estadual de Atenção ao Diabetes - Cead, para compartilhar orientações e esclarecer dúvidas sobre o serviço. Na última quarta-feira, 24 de julho, os presentes no Cead participaram de uma palestra informativa sobre os sinais e sintomas da hipoglicemia e hiperglicemia, com a residente de Enfermagem, Ana Lúcia Reis.

A hipoglicemia significa que o paciente está com baixos níveis de açúcar no organismo. Ela pode causar: tremores; tonturas; palidez; suor frio; taquicardia; dor de cabeça; sonolência; confusão mental e alteração no nível de consciência; perturbações visuais e de comportamento. Já a hiperglicemia é o excesso de açúcar no sangue, que pode causar sintomas como: boca seca; aumento da fome e perda de peso; fadiga; dor de cabeça; visão turva; enjoo; cansaço.

A residente de enfermagem do HGG, Ana Lúcia Reis explica que o assunto deveria ser considerado de conhecimento comum pois, em muitos casos, é uma questão de vida ou morte. “É muito importante que o paciente diabético saiba identificar crises hipoglicêmicas e de hiperglicemia, para poder agir de forma rápida e assertiva. O conhecimento básico pode salvar a própria vida de uma outra pessoa também. Os sintomas e sinais variam em cada pessoa. As vezes, não há presença de sintoma algum. Por isso, as pessoas acometidas pela doação realizam o teste de glicemia para monitorar os valores glicêmicos. Ainda assim, muitos deles, às vezes, não conseguem identificar através dos sinais, talvez por uma falha de auto percepção, ou porque realmente o organismo não demonstra sinais de alerta. Mas, de um grosso modo, eles conseguem relatar para os profissionais de saúde, a vivência e experiências com a doença”, disse.

A paciente de 65 anos, Vilma Lúcia da Silva comenta que participar da palestra foi um momento de aprendizado. “Hoje, aprendi algumas coisas interessantes que vão me ajudar a controlar minhas taxas de glicemia. Eu faço meu tratamento no Cead tem aproximadamente cinco anos. Inclusive, depois que comecei meu tratamento na unidade, melhorei muito a minha alimentação, aprendi a consumir saladas, porque eu não gostava muito. Agora, com a dieta equilibrada, percebo muito benefícios para o meu corpo que eu não tinha antes", afirmou.

Já Rosely Vicente da Silva, 60 anos, recebeu o diagnóstico de diabetes recentemente. Ela iniciou os atendimentos já na nova estrutura do Cead. Ela comenta ainda que, apesar de tudo, está feliz. “Estou doente, consciente, mas estou me sentindo muito acolhida e muito bem recebida aqui. Estou aprendendo a entender o que é a doença e como eu posso conviver com ela sem muitos prejuízos. Essas palestras têm uma linguagem muito adequada, achei muito simples e bastante direto. A forma como a equipe nos aborda, nós traz segurança e nos dá a oportunidade de interagir. Estou gostando muito”, afirmou.




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