13/05/2025 - No Dia Mundial de Higienização de Mãos, Saúde na Praça reforça a importância do hábito



Ao todo, foram realizados 367 atendimentos gratuitos, entre aferição de pressão, testes rápidos, orientações de saúde e atividades educativas

Uma das principais lições da pandemia, a higienização das mãos segue como medida valorosa de limpeza. Seja com água e sabão ou com preparação alcoólica 70%, o ato é um dos principais meios para reduzir a transmissão de micro-organismos causadores de doenças infecciosas. Para alertar a população sobre a importância do hábito, o Hospital Estadual Dr. Alberto Rassi – HGG promoveu no dia 7 de maio, o Saúde na Praça dedicado ao Dia Mundial de Higienização de Mãos. A ação de promoção da saúde ofereceu serviços gratuitos para a população com orientações médicas e multiprofissionais, com enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos e fonoaudiólogos.

Além dos atendimentos com as equipes médica e multiprofissional, o projeto preparou uma oficina para ensinar a forma correta para se lavar as mãos. O Saúde na Praça também contou com um quarto escuro, com uma mesa de jantar, no qual o público poderia ver um ambiente contaminado, utilizando um revelador de bactérias, que não são possíveis de identificar a olho nu, foi a atividade de destaque.

O aposentado, Aldir Monteiro, 75 anos, morador de Goiânia, paciente que trata diabetes e do no hospital, participou pela primeira vez da ação na praça em frente ao hospital e falou sobre sua experiência em ver a quantidade de germes que ficam em alimentos mal lavados. “Nossas mãos pegam em muitos lugares todos os dias. Com a pandemia, eu passei a ter o costume de chegar em todos os lugares e usar álcool em gel. Hoje eu aprendi que só o álcool em gel não é suficiente e cada substitui a água e o sabão”, disse.

A paciente Maria Aparecida de Oliveira, de 61 anos, moradora de Trindade, também participou pela primeira vez de uma edição do Saúde na Praça. “Eu achei muito interessante esse evento que é aberto para as pessoas que estão dentro e fora do hospital, passando aqui pela rua. Aqui temos a oportunidade de passar por atendimentos que ajudam a cuidar da nossa saúde”, afirmou.

A médica infectologista, Gleicy Mar Machado Fagundes explica que o Dia Mundial de Higiene das Mãos tem como finalidade mobilizar e reforçar a adesão à prática, destacando sua importância para o combate e prevenção de vírus, estimulando principalmente a conscientização das novas gerações. “Este é um ato simples, mas que pode fazer uma diferença tremenda na prevenção de inúmeras doenças. É a lição de casa da pandemia, que deve ser diariamente valorizada para que possamos construir coletivamente uma cultura que incremente a qualidade da higiene de maneira geral”, destacou.

Para a prática da higienização, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde orientam que as mãos devem ser friccionadas com a preparação alcoólica 70% por no mínimo 20 segundos, enquanto que para uso de água e sabão é necessário respeitar o tempo mínimo de 40 segundos, esfregando bem as palmas das mãos, entre os dedos e pulsos.

Aos profissionais de saúde, a prática é dividida entre cinco momentos: antes de tocar o paciente; antes de realizar procedimento limpo/asséptico; após o risco de exposição a fluidos corporais; após tocar o paciente e após tocar superfícies próximas ao paciente.



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